Baixe a bola, meu rapaz. “Tu és composto de três coisas: um corpo precário, um sopro de vida e uma inteligência” (Marco Aurélio).
RONDÔNIA, SEGUNDO BRASIL ÍNDEX, TEM O MAIOR PIB PER CAPITA DA REGIÃO NORTE
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, o Produto Interno Bruto - PIB de Rondônia, a soma dos bens e serviços produzidos no Estado, em 2020, foi de R$ 51,6 bilhões, resultando em uma média de R$ 28.722,45 por habitante. Esta média foi atualizada e divulgada pelo Brasil Index, e aponta um crescimento de 13,7% de 2020 para 2022, o que resulta no valor atual de R$ 32,6 mil. A nova pesquisa atualizou o PIB per capita de todos os estados brasileiros, até 2022, apontando que Rondônia é o segundo com maior crescimento do PIB per capita do país. Entre as 27 unidades federativas, 24 tiveram acréscimos no PIB per capita. Os maiores foram no Amapá, com mais 17,6%, Rondônia, com 13,7% e Distrito Federal, com 8,5%. Ainda, conforme a pesquisa, Rondônia tem o maior PIB per capita da região Norte, com R$ 32,6 mil, seguido do Amazonas (R$ 29, 4 mil), Tocantins (R$ 29,4 mil), Roraima e Amapá, ambos com R$ 25,1 mil; e o Pará (R$ 26,6 mil).
SEBRAE-RO E PREFEITURA DE ROLIM DE MOURA ASSINAM CONVÊNIO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO MUNICIPAL DE TURISMO
Na última sexta-feira, dia 1° de setembro, o presidente do Conselho Deliberativo do Serviço de Apoio à Micro e Pequenas Empresas (Sebrae RO), Darci Agostinho Cerutti, esteve com o prefeito de Rolim de Moura, Aldair Júlio Pereira, e com a secretária municipal de Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Kelly Naahamara Rodrigues Jorge, para tratar da criação de um Plano Municipal de Turismo para Rolim de Moura. O plano que fará um diagnóstico, da vocação e necessidade do município de Rolim de Moura no que se refere ao turismo na região é, sem dúvida, uma boa notícia e um avanço para a Zona da Mata. Estiveram participando da reunião também o diretor técnico do Sebrae, Alessandro Crispim Macedo e a gerente regional do Sebrae, Sirlei Cruz da Silva.
PASSEIO CICLÍSTICO DO SESC 2023
O tradicional Passeio Ciclístico do Sesc 2023 (Etapa Porto Velho) traz este ano o tema alusivo aos 40 anos da Fecomércio-RO. O projeto do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-IFPE, por meio do Departamento Regional do Sesc, acontecerá no dia 7 de outubro, com concentração e largada no Espaço Alternativo, a partir das 7h. Seu objetivo é de difundir a prática esportiva aos trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, seus dependentes, e ao público em geral. Os participantes devem se inscrever no SAC do Sesc Esplanada mediante a doação de dois quilos de alimentos não perecíveis (exceto sal), que serão doados ao programa Mesa Brasil do Sesc, e pagamento de taxa de R$ 30,00 com direito a receber uma camisa do Passeio. Podem participar trabalhadores do comércio e pessoas da população. Para o público em geral e conveniados a taxa é de R$ 40,00 mais dois quilos de alimentos não perecíveis. As inscrições poderão ser feitas até 5 de outubro ou enquanto houver vagas.
UMA CRISE POUCO TRANSPARENTE
A questão da disputa de hegemonia entre EUA e China volta e meia é um assunto levantado por especialistas. Não que não se reconheça o poderio chinês, que é o maior player do mundo inteiro, mas a China é um país muito complicado até para eles mesmos. Há uma crise imobiliária que ninguém sabe avaliar o tamanho, há muita obra ociosa, dívidas em cima das obras acabadas, ou não, e baixo (ou zero) retorno para a economia. E também a política de um só filho provocou uma queda perigosa na fertilidade chinesa. Neste cenário, o presidente chinês Xi Jinping obteve um terceiro mandato, e ficou, aparentemente mais forte eliminando de facções rivais dentro do partido, todavia a maré não anda nada boa para seu lado, pois se, por exemplo, consegue fazer com, via BRICs, que Lula estimule o uso do yuan, por outro lado bate de encontro à realidade de que a divisa chinesa alcançou seu menor patamar em 16 anos! Xi se queixa de que a juventude do país não colabora da forma como deveria (nem quer se engajar em trabalhos mais braçais, inclusive porque almejam salários maiores), por isto a alta taxa de desemprego. O governo enfrenta a saída dos setores de pesquisa e desenvolvimento das empresas estrangeiras (que alegam apropriação da tecnologia sem custo pelos chineses) e não quer se endividar mais ainda para financiar inovação e desenvolvimento em indústrias que não sejam estratégicas (como inteligência artificial, computação quântica e derivados). Xi está entre a cruz e a espada: ou cria um programa de investimentos (o que não quer) aumentando a dívida doméstica ou aceita a desaceleração do crescimento chinês que pode estacionar em padrões muito baixos. Xi quer estimular o consumo chinês o que, com salários baixos, é complexo. Ainda mais a população, depois da pandemia, já não tem tanta confiança no governo. Numa situação assim como consumir além do necessário invés de poupar ainda mais com o desemprego aumentando por falta de investimentos? O fato é que a China investe menos na infraestrutura interna, o que também acaba diminuindo o consumo de cimento e ferro, o que rebate em países exportadores como Vietnã, Paquistão, Indonésia e Brasil. Enfim, a questão não é apenas, como se coloca, muitas vezes, do enfrentamento com os EUA, mas de que há uma conjunção de problemas que somente por causa do tipo de governo impositivo não transparecem para a imprensa. Porém, entre os especialistas internacionais há mais crença numa provável hegemonia a médio prazo da India do que da própria China.

