
Porto Velho, RO - O número de mortos confirmados e pessoas desalojadas por conta da incidência do ciclone extratropical e das intensas chuvas no Sul do país continua a subir. Na noite da última terça-feira (5/9), o número de óbitos era de 22. Na manhã desta quarta-feira (6/9) foram confirmados mais seis vítimas no Rio Grande do Sul.
Milhares de famílias foram afetadas em dezenas de municípios do Sul do país Divulgação / Bombeiros RS

Bombeiros trafegam nas ruas das cidades em canoas 
Lamento pelos mortos
Mais seis mortes foram confirmadas pela Defesa Civil do RS e pelo governador do estado, Eduardo Leite (PSDB-RS). Leite lamentou, nas redes sociais, as vidas perdidas e reforçou o trabalho de resgate no estado.Eduardo Leite também confirmou que os helicópteros da Brigada Militar, Corpo de Bombeiros e Polícia Civil estão empregados nos resgates no Vale do Rio Prado. Há apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Força Aérea Brasileira (FAB) e Marinha.
Entre os locais mais afetados pelas condições climáticas em questão, estão Passo Fundo, Serafina Corrêa, Taquari, Roca Sales, Vacaria e Cruz Alta.
Em resposta ao caso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), anunciou na terça-feira (5/9) que o secretário nacional da Defesa Civil, Wolnei Aparecido Wolff Barreiros, visitará as regiões do Rio Grande do Sul afetadas pela passagem do ciclone extratropical nesta quarta (6/9).
Como se proteger
Em caso de enchentes, recomenda-se sempre buscar lugares altos e conhecer bem o local em que você está, ou que vai morar. Mas o mais importante é não tentar atravessar as águas da enchente, já que muitas vezes a correnteza não se mostra visível. Também é aconselhado a não dirigir nessas regiões e, se for inevitável, tentar expor o mínimo do corpo (se estiver a pé) ou do veículo às águas.
Confira sugestões do que fazer:
Em caso de enchentes, recomenda-se sempre buscar lugares altos e conhecer bem o local em que você está, ou que vai morar. Mas o mais importante é não tentar atravessar as águas da enchente, já que muitas vezes a correnteza não se mostra visível. Também é aconselhado a não dirigir nessas regiões e, se for inevitável, tentar expor o mínimo do corpo (se estiver a pé) ou do veículo às águas.
Confira sugestões do que fazer:
* Esteja atento às notícias se você vive em áreas de inundação;
* Busque locais altos;
* Conheça os locais próximos que podem inundar (rios, córregos, etc) e mantenha-se longe deles;
* Caso esteja em casa quando a enchente começou, leve itens de sobrevivência (água potável, alimentos prontos e roupas secas) e de primeiros socorros durante a fuga;
* Caso não consiga sair de casa, coloque os itens de sobrevivência e primeiros socorros no andar superior;
* Não tente proteger seus pertences;
* Desligue a energia elétrica;
* Feche registros de água;
* Não tente atravessar a enchente (nem sempre a correnteza está visível na parte superior);
* Se tiver que entrar na água, busque por regiões em que o mínimo possível do seu corpo entra nela;
* Fique longe de linhas elétricas;
* Não dirija em áreas inundadas – 50cm são o necessário para fazer o carro flutuar e 10cm para perder o controle dele.
Fonte: Metrópoles