PORTO VELHO – Pouco menos de trinta e sete dias nos separam das eleições para a escolha de prefeito, vice-prefeito e vereadores de Porto Velho. Na recente pesquisa dirigida, realizada pela Quaest, a disputa continua centrada entre Mariana Carvalho, do União Brasil, com 51% das intenções de voto, e Léo Moraes, do Podemos, com 18%, porém, até o momento, quem vem liderando a corrida de ponta a ponta, batendo em todos os candidatos, juntos, são os indecisos.
Nada menos que 71% dos pesquisados responderam que que ainda não têm candidato a prefeito. Isso significa que, até o dia da eleição, muita água vai passar debaixo da ponte, podendo, inclusive, ocorrer uma virada de jogo.

Há quem diga, contudo, que a confissão de indecisão seria um artifício de que se valeria o eleitor para não querer, digamos, se identificar, ou, então, se comprometer com um dos candidatos. Sinceramente, não sei se isso faz algum sentido. Verdade ou não, fato é que o eleitor não parece muito entusiasmado com a plêiade de candidatos à prefeitura da capital, pelo menos por enquanto. E isso é facilmente verificado na pesquisa da Quaest, que mostra a candidata Mariana Carvalho na frente, tanto na sondagem espontânea quanto na pesquisa dirigida. No primeiro cenário, ou seja, na pesquisa espontânea, a candidata do União Brasil lidera com 19%, seguida pelo representante do Podemos com 3%.
Na sequência, vem Célio Lopes, do PDT, Euma Tourinho, do MDB, e Samuel Costa da coligação PSOL/REDE, todos com 1% cada. Na pesquisa dirigida, Mariana Carvalho continua na frente com 51% dos votos, Léo Moraes vem em segundo lugar com 18%, Euma Tourinho aparece com 4%, Célio Lopes com 3%, Samuel Costa com 2%, e Benedito Alves, do Solidariedade, tem 1%. Algumas pessoas se revelam impressionadas com o percentual de votos dado à candidata Mariana Carvalho, chamou-me a atenção, contudo, o extraordinário número de indecisos, pois são eles que vão decidir a eleição se resolverem pender para o mesmo lado da balança.
Nada menos que 71% dos pesquisados responderam que que ainda não têm candidato a prefeito. Isso significa que, até o dia da eleição, muita água vai passar debaixo da ponte, podendo, inclusive, ocorrer uma virada de jogo.

Há quem diga, contudo, que a confissão de indecisão seria um artifício de que se valeria o eleitor para não querer, digamos, se identificar, ou, então, se comprometer com um dos candidatos. Sinceramente, não sei se isso faz algum sentido. Verdade ou não, fato é que o eleitor não parece muito entusiasmado com a plêiade de candidatos à prefeitura da capital, pelo menos por enquanto. E isso é facilmente verificado na pesquisa da Quaest, que mostra a candidata Mariana Carvalho na frente, tanto na sondagem espontânea quanto na pesquisa dirigida. No primeiro cenário, ou seja, na pesquisa espontânea, a candidata do União Brasil lidera com 19%, seguida pelo representante do Podemos com 3%.
Na sequência, vem Célio Lopes, do PDT, Euma Tourinho, do MDB, e Samuel Costa da coligação PSOL/REDE, todos com 1% cada. Na pesquisa dirigida, Mariana Carvalho continua na frente com 51% dos votos, Léo Moraes vem em segundo lugar com 18%, Euma Tourinho aparece com 4%, Célio Lopes com 3%, Samuel Costa com 2%, e Benedito Alves, do Solidariedade, tem 1%. Algumas pessoas se revelam impressionadas com o percentual de votos dado à candidata Mariana Carvalho, chamou-me a atenção, contudo, o extraordinário número de indecisos, pois são eles que vão decidir a eleição se resolverem pender para o mesmo lado da balança.
*É articulista e servidor público aposentado.

