
Gargalhe, se possível. “Rir nos torna invencíveis. Não como quem sempre vence, mas como quem não desiste” (Frida Kahlo).
O governo de Rondônia, em coletiva de imprensa, nesta sexta-feira (6), apresentou o relatório da Operação Temporã, destinada a controlar os focos de queimadas em parques e reservas ambientais. Foi exposto que a Operação começou no Parque Guajará-Mirim, onde concentrou-se o maior foco de calor do estado. Mais de 300 profissionais foram envolvidos no controle das chamas no local. No dia 30 de agosto havia registro de 464 focos de calor, e no último dado coletado, na manhã desta sexta-feira, são somente 4 os focos ainda existentes. Segundo o governador, foram realizadas 952 abordagens no entorno do Parque, que tem mais de 220 mil hectares, o equivalente a duas vezes a cidade do Rio de Janeiro. O trabalho de combate e controle às chamas continua, e haverá desdobramentos. “Estamos trabalhando para controlar os focos de calor e contribuir com a saúde da população e o meio ambiente”, disse Marcos Rocha. Também foram apresentadas as imagens de satélite que monitoram o ecossistema, colaborando com o acompanhamento e análise de cenários, bem como com os indicadores de focos de calor que contribuem com as ações em campo. Essas imagens comprovam que os ventos são os principais responsáveis pela fumaça que ainda persiste em Rondônia, as quais são oriundas do entorno do estado, notadamente da Bolívia e dos estados vizinhos.
Há, hoje em dia, dia de tudo. Da memória perdida de Ramsés III até o dia do Inútil ou do Tempo Perdido. Pois é, mas no último dia 5 de setembro transcorreu sem muito alarde, o dia do açaí. Ofuscado, aliás, por ser na mesma data do Dia da Amazônia. O açaí bem que merece ser lembrado até porque 99% do cultivo nacional é do Norte (o Pará lidera a produção, com 96%, depois vem o Amazonas com 2,9%). Rico em antioxidantes, fibras, flavonoides e antocianinas, o açaí tem seus benefícios cantados em prosa e verso. O que é reconhecido globalmente e até tido como um energético, um "superalimento".
Na última quarta-feira (04), foi realizado no auditório da Associação Comercial e Industrial de Jaru (ACIJ) o Seminário Cacau Sustentável. A primeira etapa de um projeto do Sebrae em Rondônia e aprovado junto ao fundo europeu AL-INVEST. Segundo o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae em Rondônia, Darci Cerutti, "Este é um projeto que irá beneficiar 300 pequenos negócios, atores da cadeia produtiva do cacau. Ao longo do projeto, serão oferecidas capacitações e consultorias, visando o desenvolvimento sustentável com foco em economia verde e circular". No Seminário foram tratados temas como a EURD, o novo regulamento europeu para rastreabilidade de produtos produzidos em zonas livres de desmatamento, bem como os programas de rastreabilidade exigidos pelas empresas compradoras de cacau. Também foi realizado um talk show com os palestrantes e produtores, onde diversos assuntos relevantes fizeram parte do bate-papo.
A pesquisa Pulsos 2023 da Ipsos, revela que 61% dos brasileiros enfrentam dificuldades para poupar dinheiro. Isto fica evidente na comparação internacional onde, em relação a países desenvolvidos, possuem índices de poupança familiar mais altos, enquanto o Brasil está bem abaixo da média global. Este cenário, infelizmente, tem sido agravado pela inflação e pela instabilidade econômica, o que tem aumentado a dificuldade da população de criar uma reserva financeira. No entanto, a falta de informação e disciplina sobre gestão de finanças pessoais também contribuem fortemente para esta situação. Por isto sempre ressalto a necessidade de educação financeira nas nossas escolas.
Nos sete primeiros meses de 2024, apesar dos problemas da conjuntura econômica, um setor tem mostrado indicadores positivos: o turismo. O Ministério do Turismo, a Embratur e a Polícia Federal divulgaram dados que atestam a entrada de 4 milhões de turistas internacionais no país entre janeiro e julho deste ano, um aumento de 10,4% em relação a igual período de 2023 e 1,9% maior que o registrado nos primeiros sete meses de 2019, antes da pandemia de Covid-19. Para o Ministério do Turismo, o país deve alcançar um novo recorde de visitantes internacionais, com, pelo menos, 7 milhões de visitantes até o final do ano. Este aumento no turismo tem impactos diretos na economia e, principalmente, no setor hoteleiro, de vez que, se estima, que apenas neste ano os estrangeiros deixaram no país R$ 23,7 bilhões, o que representa um ticket médio de R$ 6 mil durante a estadia. A Argentina lidera, entre as nacionalidades que nos visitaram, com 1,8 milhão de turistas, seguida pelos Estados Unidos (668,4 mil), Chile (458,5 mil), Paraguai (424,4 mil) e Uruguai (334,7 mil). As principais portas de entrada no país incluem São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, onde os hotéis percebem o reflexo da procuramaior por estrangeiros. No caso de Santa Catarina, que recebe tradicionalmente estrangeiros vindos de países da América do Sul, especialmente da Argentina, nota-se uma procura mais expressiva do público de outras localidades, como de turistas dos Estados Unidos e da Europa. Também o surgimento de novas linhas aéreas facilitam a atração turística e a vinda de multinacionais ao estado, com destaque para o Vale do Itajaí, que muito tem contribuído com este novo fluxo.
OPERAÇÃO TEMPORÃ
O governo de Rondônia, em coletiva de imprensa, nesta sexta-feira (6), apresentou o relatório da Operação Temporã, destinada a controlar os focos de queimadas em parques e reservas ambientais. Foi exposto que a Operação começou no Parque Guajará-Mirim, onde concentrou-se o maior foco de calor do estado. Mais de 300 profissionais foram envolvidos no controle das chamas no local. No dia 30 de agosto havia registro de 464 focos de calor, e no último dado coletado, na manhã desta sexta-feira, são somente 4 os focos ainda existentes. Segundo o governador, foram realizadas 952 abordagens no entorno do Parque, que tem mais de 220 mil hectares, o equivalente a duas vezes a cidade do Rio de Janeiro. O trabalho de combate e controle às chamas continua, e haverá desdobramentos. “Estamos trabalhando para controlar os focos de calor e contribuir com a saúde da população e o meio ambiente”, disse Marcos Rocha. Também foram apresentadas as imagens de satélite que monitoram o ecossistema, colaborando com o acompanhamento e análise de cenários, bem como com os indicadores de focos de calor que contribuem com as ações em campo. Essas imagens comprovam que os ventos são os principais responsáveis pela fumaça que ainda persiste em Rondônia, as quais são oriundas do entorno do estado, notadamente da Bolívia e dos estados vizinhos.
O DIA DO AÇAI
Há, hoje em dia, dia de tudo. Da memória perdida de Ramsés III até o dia do Inútil ou do Tempo Perdido. Pois é, mas no último dia 5 de setembro transcorreu sem muito alarde, o dia do açaí. Ofuscado, aliás, por ser na mesma data do Dia da Amazônia. O açaí bem que merece ser lembrado até porque 99% do cultivo nacional é do Norte (o Pará lidera a produção, com 96%, depois vem o Amazonas com 2,9%). Rico em antioxidantes, fibras, flavonoides e antocianinas, o açaí tem seus benefícios cantados em prosa e verso. O que é reconhecido globalmente e até tido como um energético, um "superalimento".
SEMINÁRIO CACAU SUSTENTÁVEL
Na última quarta-feira (04), foi realizado no auditório da Associação Comercial e Industrial de Jaru (ACIJ) o Seminário Cacau Sustentável. A primeira etapa de um projeto do Sebrae em Rondônia e aprovado junto ao fundo europeu AL-INVEST. Segundo o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae em Rondônia, Darci Cerutti, "Este é um projeto que irá beneficiar 300 pequenos negócios, atores da cadeia produtiva do cacau. Ao longo do projeto, serão oferecidas capacitações e consultorias, visando o desenvolvimento sustentável com foco em economia verde e circular". No Seminário foram tratados temas como a EURD, o novo regulamento europeu para rastreabilidade de produtos produzidos em zonas livres de desmatamento, bem como os programas de rastreabilidade exigidos pelas empresas compradoras de cacau. Também foi realizado um talk show com os palestrantes e produtores, onde diversos assuntos relevantes fizeram parte do bate-papo.
BRASILEIRO COM DIFICULDADES DE MANTER RESERVAS
A pesquisa Pulsos 2023 da Ipsos, revela que 61% dos brasileiros enfrentam dificuldades para poupar dinheiro. Isto fica evidente na comparação internacional onde, em relação a países desenvolvidos, possuem índices de poupança familiar mais altos, enquanto o Brasil está bem abaixo da média global. Este cenário, infelizmente, tem sido agravado pela inflação e pela instabilidade econômica, o que tem aumentado a dificuldade da população de criar uma reserva financeira. No entanto, a falta de informação e disciplina sobre gestão de finanças pessoais também contribuem fortemente para esta situação. Por isto sempre ressalto a necessidade de educação financeira nas nossas escolas.
TURISMO ATINGE 4 MILHÕES DE VISITANTES INTERNACIONAIS EM SETE MESES
Nos sete primeiros meses de 2024, apesar dos problemas da conjuntura econômica, um setor tem mostrado indicadores positivos: o turismo. O Ministério do Turismo, a Embratur e a Polícia Federal divulgaram dados que atestam a entrada de 4 milhões de turistas internacionais no país entre janeiro e julho deste ano, um aumento de 10,4% em relação a igual período de 2023 e 1,9% maior que o registrado nos primeiros sete meses de 2019, antes da pandemia de Covid-19. Para o Ministério do Turismo, o país deve alcançar um novo recorde de visitantes internacionais, com, pelo menos, 7 milhões de visitantes até o final do ano. Este aumento no turismo tem impactos diretos na economia e, principalmente, no setor hoteleiro, de vez que, se estima, que apenas neste ano os estrangeiros deixaram no país R$ 23,7 bilhões, o que representa um ticket médio de R$ 6 mil durante a estadia. A Argentina lidera, entre as nacionalidades que nos visitaram, com 1,8 milhão de turistas, seguida pelos Estados Unidos (668,4 mil), Chile (458,5 mil), Paraguai (424,4 mil) e Uruguai (334,7 mil). As principais portas de entrada no país incluem São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, onde os hotéis percebem o reflexo da procuramaior por estrangeiros. No caso de Santa Catarina, que recebe tradicionalmente estrangeiros vindos de países da América do Sul, especialmente da Argentina, nota-se uma procura mais expressiva do público de outras localidades, como de turistas dos Estados Unidos e da Europa. Também o surgimento de novas linhas aéreas facilitam a atração turística e a vinda de multinacionais ao estado, com destaque para o Vale do Itajaí, que muito tem contribuído com este novo fluxo.
