Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, oficializou sua saída do governo federal nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, ao entregar pessoalmente sua carta de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro ocorreu no Palácio do Planalto, momentos antes da cerimônia que marca os três anos dos ataques de 8 de janeiro, consolidando uma decisão fundamentada em motivos pessoais e no desejo do magistrado aposentado, agora com 77 anos, de se dedicar à família.
Com a saída do titular, que esteve à frente da pasta por quase um ano, o secretário-executivo Manoel Carlos de Almeida Neto assume o comando interinamente, enquanto o Palácio do Planalto avalia se manterá a estrutura atual ou se avançará com o plano de desmembrar o ministério para recriar a pasta da Segurança Pública.
A vacância no Ministério da Justiça já mobiliza intensas articulações nos bastidores para a definição de um sucessor que possua trânsito político e jurídico necessário para o último ano da atual gestão. Entre os nomes mais cotados para assumir o posto está o de Rodrigo Pacheco, atual presidente do Senado, cujo perfil é visto como ideal para destravar pautas estratégicas no Congresso Nacional, como a PEC da Segurança Pública. Também figuram na lista de possíveis substitutos o atual diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que ganha força especialmente se houver a divisão das pastas, e o ex-ministro Tarso Genro, que traria experiência administrativa ao governo em um momento de transição.
A vacância no Ministério da Justiça já mobiliza intensas articulações nos bastidores para a definição de um sucessor que possua trânsito político e jurídico necessário para o último ano da atual gestão. Entre os nomes mais cotados para assumir o posto está o de Rodrigo Pacheco, atual presidente do Senado, cujo perfil é visto como ideal para destravar pautas estratégicas no Congresso Nacional, como a PEC da Segurança Pública. Também figuram na lista de possíveis substitutos o atual diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que ganha força especialmente se houver a divisão das pastas, e o ex-ministro Tarso Genro, que traria experiência administrativa ao governo em um momento de transição.
Outros nomes lembrados nas discussões de bastidor incluem o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius Marques de Carvalho, e o secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, embora a tendência seja a escolha de um perfil com forte interlocução com o Judiciário e o Legislativo.
Redação Diário O Norte
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