NOVA SALA DE ATENDIMENTO PROFISSIONAL DO ECONOMISTA EM RIO BRANCO
O presidente do Conselho Regional de Economia de Rondônia e Acre (Corecon-RO/AC), economista Francisco Aroldo Vasconcelos de Oliveira, em companhia do vice-presidente João Batista e dos conselheiros Waldeatlas Santos e Amarildo Pinheiro estiveram em Rio Branco entre os dias 11 e 13 de fevereiro. O principal objetivo da visita foi avançar na consolidação da unificação dos serviços e das atividades do Conselho, prevista para 2026. Além de terem mantido contatos com a Universidade Federal do Acre (UFAC), fizeram também uma visita institucional ao gabinete do prefeito Tião Bocalom, bem como tiveram audiência com a vice-governadora do Acre, reforçando o diálogo com o poder público estadual. A agenda incluiu ainda a vice-reitoria do Instituto Federal do Acre e equipe técnica, com foco na organização do Seminário Regional de Economia de Fronteira. Também participaram de encontros com o gerente de Pessoa Jurídica do Banco do Brasil, empresários locais e com o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Acre, tratando da integração regional e ações de fortalecimento da economia acreana. O ponto alto da agenda foi a apresentação da sala de atendimento ao profissional economista, no Centro de Rio Branco, no Edifício Santa Rita de Cássia, Rua Rui Barbosa, nº 435. O espaço atenderá de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, dando o suporte institucional aos profissionais do estado. Para o presidente do Corecon-RO/AC, a agenda representa um passo significativo para a integração entre Rondônia e Acre, além de reforçar o compromisso da entidade com a valorização da profissão e com o desenvolvimento econômico regional.
A TAMPA DO CAIXÃO DEFINITIVA
É uma completa inversão dos valores: grupos indígenas, segundo consta, ocuparam a sede da multinacional do setor alimentício Cargill, em Santarém (PA), além de terem interceptado balsas e bloqueado o acesso ao terminal da empresa. E foi o que bastou para o governo Lula da Silva (PT) revogar o decreto nº 12.600, que incluía as hidrovias dos rios Tapajós, Tocantins e Madeira no PND (Programa Nacional de Desestatização). Como ficam, agora, os parlamentares federais do Acre, Rondônia e Amazonas, que mesmo com a mobilização do agronegócio e das atividades produtivas não conseguiram nada em relação à concessão da BR-364? Vamos aproveitar as fantasias de carnaval e nos vestir de índios para sermos ouvidos? Está mais do que provado, então, que os índios (estranho isto, não é?) tem mais prestígio junto ao governo federal do que os representantes e as populações de toda a Amazônia Ocidental.
UNIR RECEBE MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Nesta quinta-feira (25), o ministro da Educação, Camilo Santana, cumpre agenda em Porto Velho com visita às obras de conclusão do Teatro Universitário do Campus Porto Velho e assinatura da Ordem de Serviço do Restaurante Universitário do Campus Rolim de Moura da Universidade Federal de Rondônia (Unir). Também vai assinar o Termo de Autorização para início das obras do novo campus Buritis, restaurantes estudantis e bibliotecas do Instituto Federal de Rondônia (Ifro). A agenda será no campus Porto Velho - Calama.
SONS DO GUAPORÉ EM JI-PARANÁ
Em Ji-Paraná, nest dia 25 de fevereiro de 2026, às 16h30, acontece no Auditório Leila Barreiros o espetáculo “Entre Fortes e Quilombos: Sons do Guaporé”, marcando o lançamento do primeiro EP (reprodução estendida) do Maestro Wendeon França, com entrada gratuita. Trata-se de um projeto contemplado no Edital Nº 10/2024/SEJUCEL-SIEC – Lei Paulo Gustavo – Fomento para Produção de Artes Integradas Rondoniense, com recursos do Ministério da Cultura / Governo Federal. A apresentação celebra a memória histórica, as raízes quilombolas e a identidade cultural da região do Vale do Guaporé, por meio da música autoral e da valorização do patrimônio rondoniense.
PESQUISAS REFLETEM DESGASTE DO GOVERNO
Não tenho, atualmente, muito interesse em comentar a política por razões, para mim, obvias. Mas, não se tem como fugir dela. Ainda mais que tem sido aprovado um conjunto de medidas assistenciais destinadas claramente a influenciar as eleições e tornar a reeleição possível. Mas, tudo indica que o desgaste governamental é tão grande, com juros altos, inflação e impostos elevados, que nada está produzindo o impacto político esperado. Um reflexo disto é a nova pesquisa AtlasIntel, que mostrou Flávio Bolsonaro empatado com Lula (46,3% a 46,2%), revertendo uma desvantagem de 12 pontos, supostamente existente em dezembro. O que se observa, mesmo preso, é que Bolsonaro consegue uma das mais expressivas transferências de voto já registradas em disputas presidenciais. Talvez também por influência dos escândalos do INSS e do Master que criam um ambiente de forte rejeição ao governo e indicando que o eleitorado parece sensível a alternativas menos alinhadas ao campo governista. E o mercado, que sabe da necessidade de um governo com agenda mais reformista a partir de 2027, que faça um ajuste fiscal tende a apoiar o candidato da oposição que tiver cacife para ganhar. O mercado, de verdade, não se preocupa com a identidade do candidato, mas com a direção para um governo que tenha intenção de conter os gastos e diminuir a voracidade fiscal, o sensível aumento dos impostos.
É O BOLSO QUE PESA
Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada em fevereiro pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo-CNC mostrando que, apesar da política monetária restritiva do Banco Central do Brasil, o endividamento das famílias brasileiras atingiu 79,5% em janeiro de 2026, igualando o maior nível da série histórica iniciada em 2010. Também 29,3% das famílias tinham dívidas em atraso e 19,5% declararam comprometer mais da metade da renda mensal com suas obrigações financeiras. Isto não impediu um maior consumo no carnaval que, segundo divulgado, teve um crescimento nacional de 6,2%, ou seja, há um sério um problema estrutural que vai além do custo do crédito. Nem mesmo os juros altos freiam o consumo. E mostra a completa falta de educação financeira, pois muitas famílias e empresas não sabem ao certo qual é o tamanho real do seu comprometimento. E o cartão de crédito, cujos juros são mais elevados ainda, concentra 85,4% das dívidas registradas, seguido por carnês e crédito pessoal. E o endividamento é maior nas camadas de menor renda anto que nas famílias com renda de até três salários mínimos, o endividamento chega a 82,5%. É um problema até mesmo de sobrevivência para grande parte das famílias.

