
São palavras que me soam como verdadeiras. “Envelhecer é se retirar progressivamente do mundo das aparências” (Johann Wolfgang von Goethe).
IMPORTAÇÕES DE RONDÔNIA CRESCEM MAIS QUE AS EXPORTAÇÕES NO INÍCIO DO ANO
O Observatório da Indústria de Rondônia divulgou o Relatório da Balança Comercial referente ao 1º bimestre de 2026. Enquanto as importações alcançaram US$ 511,1 milhões, as exportações somaram US$ 444,4 milhões, o que resultou num déficit comercial de US$ 66,7 milhões no período. Na comparação com o período de 2025, as importações cresceram de US$ 292,1 milhões para US$ 511,1 milhões, um avanço de 75%. Já as exportações tiveram um crescimento de US$ 354,7 milhões para US$ 444,4 milhões, uma alta de 25%. Nesse contexto, o saldo negativo não é interpretado como um problema estrutural, mas como reflexo de um ciclo produtivo integrado. Segundo Igo Ribeiro, gerente do Observatório, “Neste início de ano, Rondônia importa adubos e fertilizantes para preparar o solo, visando à exportação das safras nos meses seguintes”. Os adubos e fertilizantes químicos lideram a pauta, com US$ 78,6 milhões, o equivalente a 15,4% do total importado. Além dos fertilizantes, também se sobressaem os investimentos em produtos industriais estratégicos, como laminados de ferro e aço, que somaram US$ 97,7, bem como geradores elétricos e suas partes, um total US$ 23 milhões. Nas exportações, a carne segue como principal produto da pauta rondoniense, representando 57% do total exportado, o equivalente a US$ 247,4 milhões. Na sequência aparecem a soja, com 28,4%, e o milho, com 5,5%. Sobressai-se a forte relação comercial com a China, principal parceira de Rondônia. O país asiático responde por 35,9% das exportações estaduais e por 53,8% das importações, revelando uma dependência estrutural em que atua, simultaneamente, como maior compradora de commodities e principal fornecedora de insumos produtivos. Além da China, mercados como Estados Unidos, Espanha e México figuram entre os destinos das exportações rondonienses. Já países como Argentina, Turcomenistão e Irã se destacam como fornecedores.
RONDÔNIA NO 11º FESTIVAL PAN-AMAZÔNICO DE CINEMA
Segundo divulgado pela Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), o cinema rondoniense terá um grande destaque no 11º Festival Pan-Amazônico de Cinema -Amazônia FiDoc 2026. Destaque para os curtas-metragens, como Mucura, de Fabiano Barros, um suspense psicológico com elementos sobrenaturais, e A Ascensão da Cigarra, de Ana Clara Ribeiro, uma narrativa sensorial e subjetiva sobre identidade e pertencimento em meio à paisagem urbana de Porto Velho. O evento acontece em Belém (PA), entre os dias 28 de abril e 6 de maio, reunindo mais de 1.200 produções de toda a Amazônia Legal e de países da Pan-Amazônia,
PROGRAMA DE FOMENTO VAI FORTALECER CADEIA DO AÇAI NO PARÁ
A Polpanorte, líder brasileira na produção e comercialização de sorbet do fruto, realiza no próximo dia 26 de março, em Belém, no Pará, o lançamento do ‘Projeto de Integração da Cadeia do Açaí’, voltado à organização produtiva, o aumento da renda no campo e o desenvolvimento sustentável da região. Feito para integrar os diferentes elos da cadeia, do campo à indústria, o programa de fomento combina assistência, acesso facilitado a crédito e com garantia de compra da colheita. Idealizado pela Polpanorte, também fazem parte o Banco do Brasil como agente financeiro, EMATER (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural), SENAR/ATEG (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), FAEPA (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Pará) e Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), responsáveis pelo suporte técnico e científico. O ouro roxo amazônico é uma das principais fontes de renda para milhares de famílias no Pará e tem papel central na dinâmica econômica regional. Dados recentes da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas indicam que o estado concentra 93,8% do valor total da produção da cultura no Brasil. O projeto visa ampliar a segurança dos produtores, elevar a qualidade da matéria-prima e estimular boas práticas de manejo, contribuindo para uma cadeia mais organizada e eficiente.
DESAPROVAÇÃO DE LULA É MAIOR QUE A DO SEU GOVERNO
Segundo a CNN, com base em pesquisa do PoderData, a aprovação de Lula, como presidente, é pior do que a do governo federal. São 61% dos brasileiros que reprovam o petista, enquanto 31% aprovam. Outros 8% não sabem. Enquanto o governo do presidente Lula da Silva é desaprovado por 57% dos eleitores brasileiros. Também 42% consideram o governo de Bolsonaro melhor que o de Lula. A pesquisa entrevistou 2.500 eleitores no país, entre os dias 21 e 23 de março, por telefone. A margem de erro é de 2%, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A avaliação se encontra no seu pior patamar nos três mandatos de Lula e a sua pior avaliação a apenas seis meses da eleição presidencial deste ano.
NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS 33% DAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS FECHARAM
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que foram fechadas, desde 2015, cerca de 33% das agências bancárias no país. Hoje, somente 15.529 delas estão em funcionamento. "O fechamento de quase 8 mil agências no Brasil não é um problema isolado, é um sinal claro de mudança estrutural. O consumidor já migrou para o digital, com Pix e aplicativos, e agora o sistema financeiro está correndo atrás. Quem nasce digital, como as fintechs, já começa um passo à frente", explica Denise Cinelli, COO global da Notbank. Desde 2015, 638 municípios ficaram sem agência bancária, o que desassistiu 6,9 milhões de pessoas, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), com base em dados do Banco Central. São 2.649 municípios sem agências, o equivalente a 48% do total, ante 36% dez anos atrás. Em termos populacionais, isto afeta 9% dos brasileiros (19,7 milhões) atualmente, ante 3,4% na década passada. O fechamento se intensificou com a pandemia e o lançamento do Pix.
