
Tenho certeza que seria bem melhor. “Talvez se pagássemos menos aos políticos e mais aos professores, haveria pessoas mais inteligentes e leis menos estúpidas (Morgan Freeman).
SISTEMA COMÉRCIO ENTREGA TRÊS UNIDADES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL PARA INTERIORIZAÇÃO DE CURSOS
O Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/Instituto Fecomércio Rondônia realizou, na tarde de 3 de março, a solenidade de entrega de três novas Unidades Móveis de Educação Profissional Dr. José Roberto Tadros: a Smart Lab – Tecnologias do Comércio, a Unidade Móvel de Gastronomia e a Unidade Móvel de Beleza. A cerimônia integrou a programação oficial do Fórum de Presidentes de Federações do Comércio da Amazônia Legal, sediado este ano pela Fecomércio Rondônia, em Porto Velho. O ato contou com a presença do presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Dr. José Roberto Tadros, dos presidentes das Federações do Comércio de 11 estados brasileiros, além do diretor-geral do Departamento Nacional do Senac, Marcus Vinicius Machado Fernandes, e demais lideranças do Sistema Comércio. Durante a solenidade, o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac Rondônia, Raniery Coêlho, destacou o impacto social e econômico das unidades para o estado. “As Unidades Móveis representam a materialização do nosso compromisso com a interiorização da educação profissional. Estamos levando estrutura, tecnologia e formação de excelência para onde muitas vezes o acesso é limitado”. O diretor-geral do Departamento Nacional do Senac, Marcus Vinicius Machado Fernandes, ressaltou o papel estratégico da iniciativa no contexto nacional. Já o presidente da CNC, José Roberto Tadros, enfatizou a importância da atuação integrada do Sistema Comércio.
PEC DA TRANSPOSIÇÃO SERÁ EXAMINADA NA CCJ
É mais do conhecido o fato de que os servidores do ex-território de Rondônia, ao contrário dos outros territórios, tiveram seus direitos legítimos negados e que nem adianta recorrer à Justiça que até que decidam, como já aconteceu com muitos, terá morrido sem receber nada. ´É uma novela do tamanho da célebre o Direito de Nascer. Agora a PEC que trata da transposição dos servidores do ex-território de Rondônia começará a sua tramitação na Câmara dos Deputados. A proposta, desarquivada pelo senador Jaime Bagattoli (PL), chega após ser aprovada por unanimidade no Senado Federal. Numa reunião com parlamentares dos três ex-territórios (Amapá, Rondônia e Roraima), o presidente da Câmara, Hugo Motta, confirmou o envio da proposta à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, bem como a instalação de uma comissão especial para discutir a PEC. Segundo Bagattoli o trabalho pela PEC vem sendo desenvolvendo desde 2023, quando tomou posse no Senado e da importância da aprovação o quanto antes no plenário. No último mês, Bagattoli já havia solicitado ao presidente da Câmara o início imediato da tramitação da PEC da Transposição, incluindo a instalação de uma comissão especial e o despacho da proposta para à CCJ.
EFEITOS DA GUERRA DO ORIENTE JÁ AFETA AS EXPECTATIVAS FUTURAS
A grande realidade é a de que, embora a Petrobrás acene com a perspectiva de que não irá repassar a volatilidade do petróleo decorrente da guerra no Oriente Médio, o ataque aos iranianos, o segundo maior produtor, cria problemas na medida em que o Iraque, segundo maior produtor da Opep, tem sua produção praticamente em colapso. A produção dos três principais campos petrolíferos do sul do país caiu 70 por cento, para 1,3 milhão de barris por dia. Estes campos produziam 4,3 milhões de barris por dia antes da guerra com o Irã. Já os Emirados Árabes Unidos, terceiro maior produtor da Opep, afirmaram no sábado que estão "gerenciando cuidadosamente os níveis de produção offshore para atender às necessidades de armazenamento". O impacto na economia brasileira será om aumento dos preços dos combustíveis, o que depende do repasse da Petrobras (PETR4). A a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a empresa não vai repassar a volatilidade do preço ao consumidor, na sexta-feira (06), com a commodity a 87 dólares por barril e a defasagem da gasolina em 25% e a do diesel em 60%. Vamos ver. Mas mesmo se esta estratégia for mantida, o impacto da crise global não fica anulado. Segundo a Ata da reunião mais recente do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central (BC) considerou um preço à vista de 65 dólares para o barril de petróleo. Se a alta das cotações persistir, o BC terá de elevar suas perspectivas inflacionárias, o que pode vir a justificar um afrouxamento monetário mais gradual. Isto já foi indicado pelo Relatório Focus divulgada nesta segunda-feira. A projeção para a taxa Selic em dezembro deste ano subiu para 12,13%, ante os 12 % da edição anterior. De qualquer forma não se pode deixar de considerar que o aumento dos preços do petróleo amplia expectativa de alta da inflação e dos juros nos Estados Unidos e no Brasil, e a incerteza da situação do Oriente Médio provoca uma aversão ao risco por parte dos investidores tendendo a elevar o custo do dinheiro.
GRANDE PARTE DA MALHA FINA VEM DA COMPLEXIDADE DOS DADOS
É fato constatado que, hoje, a Receita Federal possui, na grande maioria das vezes, mais informações dos declarantes que eles mesmos. E, para tornar a questão mais preocupante, o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026 traz um cenário de vigilância eletrônica mais rigorosa e novas regras que ampliam a complexidade para investidores. Já no exercício anterior mais de 1,3 milhão de contribuintes ficaram retidos para análise fina no processamento inicial. Embora as despesas médicas liderem as inconsistências (32,6%), a omissão de rendimentos aparece em 30,8% dos casos, um percentual que preocupa especialmente quem possui aplicações financeiras e múltiplos fluxos de renda. Para investidores, o principal risco está na divergência entre os dados enviados por bancos, corretoras e empresas via DIMOB e DIRF e as informações prestadas à Receita Federal. Segundo André Bobek, fundador e CEO da Mhydas Planejamento Financeiro, a maioria dos casos de malha fina envolvendo investidores decorre de falhas operacionais e ausência de método. “A malha fina, na maior parte das vezes, não é fruto de má-fé, mas de desorganização técnica. O investidor esquece de declarar dividendos e Juros sobre Capital Próprio, preenche incorretamente o custo médio das ações, deixa de compensar prejuízos acumulados em renda variável ou ignora rendimentos de dependentes. Além disso, com a Instrução Normativa 1.888, o cerco sobre criptoativos aumentou, e muitos chegam ao prazo final sem organizar as notas de corretagem, o que torna o erro quase inevitável diante do cruzamento de dados automático do Fisco”.
