O Tribunal do Júri de Vilhena julga, na próxima sexta-feira (24), dois acusados de participação no assassinato do dentista Clei Bagattini, crime ocorrido em julho de 2024. Serão levados ao banco dos réus a recepcionista Raqueline Leme Machado e seu namorado, Maikon Sega Araújo, apontados pelas investigações como peças-chave na execução do profissional.
Clei Bagattini foi morto a tiros dentro de seu consultório por um suposto paciente que agendou uma consulta apenas para realizar o ataque. O atirador, identificado como Maicon da Silva Raimundo, morreu meses depois em um confronto com a polícia no Mato Grosso, após permanecer foragido. De acordo com o inquérito, o crime foi encomendado, e os suspeitos chegaram a realizar um churrasco para planejar os detalhes finais da execução.
A acusação sustenta que a recepcionista teria facilitado o acesso ao consultório e monitorado a rotina da vítima, enquanto a motocicleta utilizada na fuga pertencia ao seu namorado. Apesar da prisão dos envolvidos, o possível mandante do crime ainda não foi identificado pelas autoridades. O julgamento é cercado de grande expectativa, dado o impacto que o caso causou na comunidade odontológica e em toda a região do Cone Sul.
Redação Diário O Norte
