
E é o que estamos vendo. “Nada mais terrível que a ignorância em ação” (Goethe).
RENDA MÉDIA DE RONDÔNIA REVELA SEU POTENCIAL ECONÔMICO
A potencialidade da economia de Rondônia fica visível quando, como agora, o IBGE divulga, a partir da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios-PNAD Continua de 2025, relativa à 2024, que os moradores de nosso estado possuem uma renda nominal media de R$ 1.991,00, o que o coloca, na região, abaixo apenas da renda de Tocantins (R$ 2.036,00). A renda nominal média de Rondônia é maior do que a dos dois polos mais fortes economicamente da Amazônia, o Amazonas, com renda de R$ 1.484,00 e o Pará, com R$ 1.420,00. Vale ainda destacar que, se considerado os empregos formais, a média do estado chega a R$ 4.096,00 superando até mesmo Tocantins, com R$ 3.911,00, e, pasmem, Goiás com R$ 3.931,00. Situando-se em relação aos empregos formais em 12º lugar no país Rondônia se coloca no mesmo patamar do Paraná cuja renda média formal é de R$ 4.125, 00, ou seja, -0,7% a menos e apenas -4,5% da média nacional, que é de R$ 4.290,00. É preciso, porém considerar que a média brasileira é puxada pelos altos salários de Brasília (R$ 7.160,00), São Paulo (R$ 4.794,00), Roraima (4.739,00) e Rio de Janeiro (R$ 4.736,00).
UM PALPITE A PARTIR DE UMA DISCUSSÃO DA CONFRARIA 30+
Uma discussão que sempre surge em relação as ruas, começou entre os jornalistas da Confraria 30+, que é a da mudança de seus nomes. Nada contra homenagear pessoas, mas ruas com nomes consolidados (e bonitos) sempre ficam difíceis de serem assimilados, principalmente quando mudam para nomes de pessoas. São os casos da Rio Madeira, da Abuña e da México. Poucas pessoas sabem o novo nome delas. Até pela razão de que identificação parece ser uma coisa esquecida em Porto Velho. Mas, se sou a favor da mudança em muitos casos até mesmo sendo merecida, como é o caso do Chiquilito, penso que não deveriam ter mudado o nome da Rio Madeira. É um nome muito sugestivo para ser mudado para um nome próprio. Deveriam ter arranjado uma avenida com menos consolidação. Mudança de avenida consolidada que deu certo foi a da Governador Jorge Teixeira, mas, antes, era Kennedy, então foi de nome próprio para nome próprio. Até por questão histórica a conservação de nomes das grandes avenidas deveria persistir. É minha visão. Podem dizer que sou conservador. Sou, mas facilita a retrospectiva histórica.
RIO BRANCO ACORDA SEM TRANSPORTE PÚBLICO
Rio Branco amanheceu sem transporte urbano nesta quarta-feira (22) com as plataformas do termina, vazias, nenhum ônibus circulando e passageiros sem saber como seguir viagem. Foi o resultado da paralisação dos motoristas do transporte coletivo que obrigou a prefeitura a iniciar uma tentativa de negociação com o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte de Passageiros e Cargas (Sinttpac), na tentativa de restabelecer o serviço. A mobilização foi organizada pelos motoristas, principalmente por meio das redes sociais, com a frase “Acorda Rio Branco”. Segundo os trabalhadores, o movimento é um protesto contra os problemas que se arrastam há mese sem solução pelas empresas responsáveis pelo transporte público da capital acreana.
RUAS DA COPA
Anunciado pela Prefeitura de Manaus, via Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (ManausCult), o Edital de Chamada Pública nº 001/2026, “Ruas da Copa”. A iniciativa busca apoiar comunidades, ruas e espaços públicos que promoverão a exibição dos jogos da Copa do Mundo 2026, fortalecendo a integração entre os moradores da cidade. O edital prevê a concessão de apoio estrutural para os espaços selecionados, incluindo serviços de palco, som, iluminação, telão e banheiros químicos. A proposta é incentivar a ocupação organizada e segura dos espaços urbanos durante o período do mundial de futebol para a população acompanhar os jogos. Segundo o diretor-presidente da ManausCult, Márcio Braz, a ação reforça o compromisso da Prefeitura de Manaus com a valorização da cultura popular e a promoção de experiências coletivas.
MERCADO DE LVIROS CRESCEU 7,75% EM 2025
Ainda que o hábito da leitura continue a ser um desafio para os brasileiros dados da Nielsen BookScan Brasil em parceria com o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), mostram que o varejo de livros no país, em 2025, teve uma trajetória positiva em 2025, com um crescimento de 7,75% em volume e 8,68% em faturamento, alcançando mais de 60,3 milhões de exemplares vendidos e uma receita superior a R$ 3,09 bilhões. É fato que existiram fenômenos pontuais, como livros de colorir, porém também que o setor apresentou uma expansão consistente ao longo do ano, indicando um avanço mais estrutural, de acordo com os balanços setoriais divulgados pelo próprio Snel. Além disto, estudo inédito da Câmara Brasileira do Livro (CBL) revela que o Brasil já reúne mais de 54 mil empresas ligadas ao setor editorial e livreiro, responsáveis por cerca de 70 mil empregos diretos no país, reforçando o impacto econômico da indústria do livro. Em termos globais a consultoria Grand View Research estima que o mercado editorial mundial movimentou cerca de US$ 156,5 bilhões em 2025 e deve ultrapassar US$ 162 bilhões em 2026.
