Em alusão ao Dia Mundial das Abelhas, celebrado em 20 de maio, e ao Dia do Apicultor, comemorado no dia 22 de maio, a Prefeitura de Porto Velho realizou a execução do projeto "Abelhas Kids". A iniciativa uniu teoria e prática por meio de um Dia de Campo voltado a estudantes da rede municipal de ensino, estruturado para converter os jovens em agentes multiplicadores da necessidade de defesa da biodiversidade e do equilíbrio dos ecossistemas na Amazônia.
O evento pedagógico foi coordenado pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), em parceria direta com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema). A ação recebeu ainda o suporte institucional da Associação dos Apicultores e Meliponicultores da Amazônia (Apama) e da Agrotropical Amazônia, em cuja propriedade rural os blocos de atividades práticas foram sediados.
Vivência prática e o universo das melíponas
A programação foi customizada para os alunos do 5º ano da Escola Municipal Professor Waldey Marcião de Menezes. O foco central das abordagens residiu no papel vital desempenhado pelos insetos polinizadores na manutenção da flora nativa e na produtividade das culturas agrícolas. Para facilitar a fixação do conteúdo, as crianças participaram de palestras lúdicas, dinâmicas interativas que simularam o transporte de pólen pelas operárias e oficinas de fabricação de bombas de sementes para reflorestamento.
O ponto alto da imersão foi o contato direto dos estudantes com colmeias de abelhas nativas sem ferrão, conhecidas cientificamente como melíponas. Além de observarem a organização social interna dos ninhos, os alunos participaram de uma sessão de degustação de mel puro. A estudante Nanda Rafaela Souza da Silva celebrou as descobertas feitas no campo. “Eu gostei muito porque aprendi que as abelhas ajudam as plantas e as flores. Também gostei de fazer a bomba de sementes e conhecer as abelhas sem ferrão”, relatou. O entusiasmo foi compartilhado pela colega de classe Laura Gabriele Viana Moraes. “Agora eu sei que precisamos proteger as abelhas porque elas ajudam o meio ambiente e os alimentos que chegam até nossa casa”, emendou.
Educação ambiental como política pública de futuro
A direção da escola validou a metodologia externa. A professora Queilen Roberta Menezes destacou que o ineditismo da experiência cativou a atenção dos estudantes. “Muitas crianças nunca tinham visto uma colmeia de perto e nem imaginavam que existiam diferentes espécies de abelhas. A educação ambiental acontece justamente assim, quando a criança vive a experiência e entende a importância de cuidar da natureza”, avaliou a docente.
Por parte do secretariado municipal, a necessidade de descentralizar o letramento ecológico foi defendida como prioridade. O titular da Semagric, Douglas Bener, enfatizou o papel social dos menores. “As crianças são agentes multiplicadores e levam esse conhecimento para dentro de casa e para toda a comunidade”, frisou. Sob a mesma ótica, a diretora do Departamento de Gestão de Políticas Ambientais (DGPA) da Sema, Joana Aurélia de Oliveira, pontuou que a educação precisa ser factual. “Mais do que falar sobre preservação, é necessário proporcionar experiências para que as crianças percebam como cada ser vivo é fundamental para o equilíbrio ambiental”, argumentou, amparada pelas considerações técnicas do gerente de assistência da Semagric, Roseval Guzo, e da educadora ambiental Iara Umbelino.
O encerramento das atividades foi chancelado pelo prefeito Léo Moraes, que associou a infância à engrenagem de transformação urbana. “Investir na educação ambiental é cuidar do futuro da nossa cidade e das próximas gerações. Quando as crianças aprendem desde cedo sobre preservação, sustentabilidade e respeito à natureza, elas se tornam agentes transformadores dentro da sociedade”, concluiu o chefe do Executivo, projetando a expansão do projeto Abelhas Kids para outras unidades escolares municipais ao longo do ano letivo.
Redação Diário O Norte
A direção da escola validou a metodologia externa. A professora Queilen Roberta Menezes destacou que o ineditismo da experiência cativou a atenção dos estudantes. “Muitas crianças nunca tinham visto uma colmeia de perto e nem imaginavam que existiam diferentes espécies de abelhas. A educação ambiental acontece justamente assim, quando a criança vive a experiência e entende a importância de cuidar da natureza”, avaliou a docente.
Por parte do secretariado municipal, a necessidade de descentralizar o letramento ecológico foi defendida como prioridade. O titular da Semagric, Douglas Bener, enfatizou o papel social dos menores. “As crianças são agentes multiplicadores e levam esse conhecimento para dentro de casa e para toda a comunidade”, frisou. Sob a mesma ótica, a diretora do Departamento de Gestão de Políticas Ambientais (DGPA) da Sema, Joana Aurélia de Oliveira, pontuou que a educação precisa ser factual. “Mais do que falar sobre preservação, é necessário proporcionar experiências para que as crianças percebam como cada ser vivo é fundamental para o equilíbrio ambiental”, argumentou, amparada pelas considerações técnicas do gerente de assistência da Semagric, Roseval Guzo, e da educadora ambiental Iara Umbelino.
O encerramento das atividades foi chancelado pelo prefeito Léo Moraes, que associou a infância à engrenagem de transformação urbana. “Investir na educação ambiental é cuidar do futuro da nossa cidade e das próximas gerações. Quando as crianças aprendem desde cedo sobre preservação, sustentabilidade e respeito à natureza, elas se tornam agentes transformadores dentro da sociedade”, concluiu o chefe do Executivo, projetando a expansão do projeto Abelhas Kids para outras unidades escolares municipais ao longo do ano letivo.
Redação Diário O Norte
Com informações da SECOM/PVH
