O processo para a obtenção da Indicação Geográfica (IG) da carne de jacaré entrará em uma nova fase entre os dias 1º e 6 de setembro de 2026. A etapa dará continuidade ao diagnóstico concluído em 2025 e consistirá na construção prática da IG na Reserva Extrativista (Resex) Lago do Cuniã, localizada em Porto Velho, onde é realizado o manejo sustentável de crocodilianos para o controle populacional da espécie.
Manejo sustentável e cooperação institucional
A prática do manejo ocorre de forma totalmente regulamentada, contribuindo para o equilíbrio do ecossistema local, além de gerar trabalho, renda e autonomia para as comunidades tradicionais da região amazônica.
O projeto é fruto de uma ampla cooperação entre a Prefeitura de Porto Velho — por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric) —, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Sebrae.
Entre as atribuições do Ibama no processo estão a emissão da Guia de Transporte via Sistema Nacional de Gestão da Fauna Silvestre (SisFauna), fundamental para regularizar o escoamento dos couros obtidos no manejo, e o licenciamento do abatedouro responsável pelo processamento dos animais.
Valorização da sociobiodiversidade e novos mercados
O prefeito Léo Moraes destacou que a iniciativa consolida o compromisso da gestão com a preservação ambiental aliada ao desenvolvimento econômico. "Estamos trabalhando para que Porto Velho seja reconhecida não apenas pela riqueza da Amazônia, mas também pela capacidade de transformar seus recursos naturais em oportunidades para quem vive e produz aqui, sempre com responsabilidade ambiental. A Indicação Geográfica representa mais valor ao produto, mais renda para as comunidades e mais visibilidade para o nosso município", afirmou.
O secretário da Semagric, Douglas Bener, ressaltou que o avanço fortalece a cadeia produtiva regional, enquanto o diretor do Departamento de Desenvolvimento Rural e Técnicas Agrícolas da pasta, Herlan Alves Lopes, lembrou que a nova fase consolida o trabalho técnico iniciado no ano passado para atestar a origem, a identidade e as características únicas do produto.
Com o reconhecimento geográfico, a expectativa é agregar valor comercial à carne de jacaré, abrir novos mercados nacionais e internacionais e projetar Porto Velho e o estado de Rondônia como referências mundiais em sustentabilidade e valorização da sociobiodiversidade.
Redação Diário O Norte
O prefeito Léo Moraes destacou que a iniciativa consolida o compromisso da gestão com a preservação ambiental aliada ao desenvolvimento econômico. "Estamos trabalhando para que Porto Velho seja reconhecida não apenas pela riqueza da Amazônia, mas também pela capacidade de transformar seus recursos naturais em oportunidades para quem vive e produz aqui, sempre com responsabilidade ambiental. A Indicação Geográfica representa mais valor ao produto, mais renda para as comunidades e mais visibilidade para o nosso município", afirmou.
O secretário da Semagric, Douglas Bener, ressaltou que o avanço fortalece a cadeia produtiva regional, enquanto o diretor do Departamento de Desenvolvimento Rural e Técnicas Agrícolas da pasta, Herlan Alves Lopes, lembrou que a nova fase consolida o trabalho técnico iniciado no ano passado para atestar a origem, a identidade e as características únicas do produto.
Com o reconhecimento geográfico, a expectativa é agregar valor comercial à carne de jacaré, abrir novos mercados nacionais e internacionais e projetar Porto Velho e o estado de Rondônia como referências mundiais em sustentabilidade e valorização da sociobiodiversidade.
Redação Diário O Norte
