
É uma boa explicação pela qual ninguém prescinde dele. “O dinheiro assemelha-se a um sexto sentido sem o qual não podemos fazer o uso completo dos outros cinco” (William Somerset Maugham).
O PRIMEIRO POCKET PARQUE DE PORTO VELHO
Não há dúvida de que marketing a administração de Léo Morais faz. Inclusive ao anunciar a construção do primeiro Pocket Park (parque de bolso) da capital. Ora, é uma boa iniciativa a Prefeitura de Porto Velho dar início a um projeto de revitalização urbana aproveitando um pequeno espaço na Avenida Calama, ao lado do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), transformando uma área subutilizada em um ponto de convivência, descanso e circulação de pedestres. Isto, porém, fora uma discutível cobertura com peneiras sobre uma estrutura metálica, elemento que, além de proporcionar sombra, faz referência direta a objetos do cotidiano amazônico (sem proteger das chuvas). A proposta é boa por utilizar áreas de pequenas dimensões para criar novos locais de uso público. O projeto do novo parque contempla a instalação de bancos, paisagismo, áreas permeáveis, vasos e iluminação, além de estruturas voltadas à proteção solar. Mas, somente o nome é novo. Pequenos espaços sempre foram usados para embelezamento da cidade. É verdade que, aqui, em Porto Velho bem pouco. Segundo o secretário executivo de Serviços Básicos, Giovanni Marini, a iniciativa faz parte de um plano maior de organização urbana. "Esse é um projeto que aproveita uma área pequena e oferece estrutura para que as pessoas possam parar, descansar e utilizar o espaço. Também buscamos inserir referências regionais e soluções adequadas ao local".
CAFÉ DO CDL HOMANAGEIA FECOMÉRCIO-RO POR APOIO AO PROJETO DOMINGÃO
Nesta última terça-feira (14), o Sistema Fecomércio-RO foi homenageado durante um café da manhã promovido pela CDL, pelo apoio ao Projeto Domingão, que é realizado anualmente nos centros comerciais da cidade de Porto Velho. O presidente do Sindilojas, Antônio Ribeiro, que representou o presidente do Sistema Fecomércio-RO, Raniery Araújo Coêlho, na solenidade, destacou a parceria entre a Fecomércio-RO, a CDL e os empresários lojistas. “O Domingão nasceu da necessidade do comércio de aumentar as vendas dos empresários nas festas de final de ano. Hoje, o projeto já é tradição, e cada empresário e as entidades envolvidas nessa parceria são responsáveis por esse sucesso empresarial”, destacou. O evento, que marcou os 46 anos da CDL e os 25 anos do Domingão contou com a presença de empresários de comunicação e do prefeito Léo Moraes. O Projeto Domingão foi incluído, em 2022, no calendário oficial de eventos da capital por sua importância econômica, geradora de emprego, renda e de alcance social. É realizado nos três últimos finais de semana antes do Natal, nos principais centros comerciais de Porto Velho: Jatuarana, Sete de Setembro e Amador dos Reis.
VAREJO DE RONDÔNIA TEVE CRESCIMENTO DE 10% EM JUNHO
O Índice do Varejo Stone (IVS) de junho foi, de certa forma, estimulante para o comércio, de vez que retrato uma recuperação, no setor varejista brasileiro, com as vendas avançando 1,1% em comparação com o mês anterior e 5,7% em relação a junho de 2025. Este resultado veio também interromper a sequência de quedas observada nos meses anteriores. O índice ampliado, que inclui vendas de produtos alimentícios e bebidas, encerrou o 2º trimestre de 2026 com um crescimento de 4,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. Junho foi particularmente bom para o comércio varejista de Rondônia, que teve um crescimento de 10%, o terceiro do país, perdendo apenas, de acordo com o Índice do Varejo Stone (IVS), para Roraima (13,2%) e o Pará (10,3%). Também os outros estados do Norte se saíram com o Amapá (9,9%), em quarto lugar, o Acre (8,4%) em sexto. Interessante é que tanto Roraima, Pará, Rondônia, Amapá, Acre e até o Amazonas (7,2%) ficaram à frente de grandes mercados consumidores, como Mato Grosso (6,9%), Santa Catarina (6,5%), Minas Gerais (6,4%), São Paulo (5,4%) e Rio de Janeiro (4,8%). Em termos gerais, englobando as 27 unidades. o varejo cresceu 5,7% em junho de 2026 em relação ao mesmo mês de 2025 e avançou 1,1% em relação a maio. No segundo trimestre, o setor acumulou um alta de 4,2% frente ao período correspondente de 2025.
SERASA EXPERIAN MOSTRA QUE 2025 FECHOU COM RECORDE DE EMPRESAS INADIMPLENTES
Um levantamento da Serasa Experian, recém divulgado, mostra que o Brasil encerrou 2025 com um recorde de empresas inadimplentes. São 8,9 milhões de CNPJs que terminaram o ano com contas em atraso, o maior número da série histórica do indicador. Todas elas acumulavam R$ 213 bilhões em dívidas negativadas, um crescimento expressivo decorrente dos desafios enfrentados pelo ambiente de negócios diante do crédito mais caro e da pressão sobre o fluxo de caixa. Também revela o levantamento mostra que cada CNPJ inadimplente possuía, em média, sete contas negativadas. A dívida média por empresa alcançou a R$ 23.818,30, enquanto o tíquete médio das pendências era de R$ 3.380,90. O setor de serviços concentrou a maior parcela das empresas inadimplentes, seguido pelo comércio e pela indústria. Na origem das dívidas, os débitos com empresas de serviços e instituições financeiras são os principais responsáveis pelo crescimento da inadimplência, que atinge diferentes segmentos da economia.
