No meu caso parece que não se resumiu ao começo. "Tudo é loucura ou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira" (Monteiro Lobato)
PORTO VELHO ENTRE AS 50 CIDADES MAIS VIOLENTAS DO MUNDO
Segundo a 20ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, Rondônia é um dos sete estados brasileiros que registraram aumento (7,5%) nas Mortes Violentas Intencionais (MVI) em 2025, na contramão da tendência nacional de queda -8,2%), o menor índice de Mortes Violentas Intencionais desde o início da série histórica, em 2012. Segundo o anuário, a taxa nacional caiu de 20,6 para 19,1 mortes por 100 mil habitantes. Além de Rondônia, apenas Rio Grande do Norte, Acre, Roraima, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro apresentaram aumento nas mortes violentas intencionais. Como MVI são considerados os casos de homicídio doloso, feminicídio, latrocínio, lesão corporal seguida de morte, mortes decorrentes de intervenção policial e mortes de policiais em serviço ou fora dele. Também Porto Velho, a capital, aparece nos crimes patrimoniais, entre as cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes que registram elevados índices de furtos e roubos de celulares. Inclusive ocupando a sexta posição nacional, com taxa de 1.123,2 aparelhos roubados ou furtados por 100 mil habitantes. Porém o resultado mais impactante é que Porto Velho passou a ocupar, com outras cinco cidades brasileiras, o ranking das 50 mais violentas do mundo em 2025. São elas: Fortaleza (CE) – 32ª posição; Feira de Santana (BA) – 33ª posição; Recife (PE) – 36ª posição; Maceió (AL) – 38ª posição Salvador (BA) – 44ª posição e Porto Velho (RO) – 48ª posição. Não tenho como discutir com os dados, mas, me parece, considerando outras capitais da Amazônia, como Manaus e Belém, que Porto Velho só aparece nesta posição por conta de possuir dados melhores. É minha percepção. Posso estar errado, mas, pelo meu conhecimento, Porto Velho tem seus problemas, mas, neste caso, me parece haver uma superestimação a partir do maior registro dos casos.
DIA NACIONAL DO ESCRITOR
Neste sábado (25), comemora-se o Dia Nacional do Escritor, em homenagem aos artistas da palavra. É uma data que busca valorizar os autores da nossa Literatura, incentivando a leitura de suas obras, romances, compilações de poesia, crônicas, contos, biografias. Quando o assunto é Rondônia, os cenários da vida real, vistos por seus escritores, ganham cores e vida em forma de palavras. São cenários do nosso povo. Saúdo aqui uma gama deles, dos nossos grandes escritores, Sandra Castiel, José Valdir Pereira, Pedro Albino, Samuel Castiel, Francisco Chagoso, Augusto Branco, Hiran Castiel, Viriato Moura, Lito Casara, Dante Ribeiro da Fonseca, Júlio Olivar, Antônio Candido, Paulo Saldanha, Aroldo Vasconcelos, Izabel Cristina da Silva, Yedda Barzacov, Marlene Rolim, Carlos Araújo, Ocampo Fernandes, Zola Xavier Pereira e tantos outros (sei que vou esquecer outros grandes nomes, mas me desculpem. Foi o que lembrei na hora limitando-me aos escritores vivos).
UMA PÓVOAS, UMA CANTORA AUTORAL DA AMAZÔNIA
Para quem não conhece indico a cantora amazonense Uma Póvoas, que, com mais de 12 mil ouvintes mensais, a cantora, compositora e violonista lança, nesta sexta-feira (24/07), seu primeiro álbum solo com 12 canções autorais. Intitulado “Arrume suas coisas: Vamos a um lugar melhor”, as composições narram a história da artista, sentimentos cotidianos e experiências humanas.
As compras internacionais de baixo valor já faziam parte da vida de milhões de brasileiros ajudando no seu orçamento e ampliando as opções de consumo. Quando a tributação desconsiderou este impacto, quem sentiu foi o consumidor com menos margem no fim do mês. Por isto que a recente redução a zero do Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50 ocorreu num cenário de alta rejeição à cobrança. Dados da pesquisa da Plano CDE mostram que 70% dos entrevistados se dizem contrários à taxa. Entre os consumidores das classes C, D e E, o índice chega a 71%. Não era à-toa, pois a taxa das blusinhas não considerava a necessidade do acesso a produtos de baixo valor e a liberdade de escolha, sobretudo das famílias com orçamento mais apertado. Pode até ser sido por questões eleitorais, mas o governo acertou ao revogar medida e, se analisar com base em que levantamentos, inclusive uma pesquisa da PROTESTE, realizada com 1,3 mil consumidores entre 12 e 21 de maio de 2026, mostram que 75% das pessoas consideravam injusta a cobrança sobre compras internacionais de até US$ 50. O percentual subia para 79% entre consumidores das classes C e D e alcançava 80% no Nordeste, deve enterrar de vez esta taxa.
SUBSÍDIO DA GASOLINA É PRORROGADO POR MAIS 30 DIAS
O governo federal anunciou que, por conta da guerra no Oriente Médio, vai prorrogar o subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina. Em vigor desde 25 de maio, o benefício acabaria no sábado e foi estendido por mais 30 dias a partir de domingo. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, assinou a portaria com a extensão do subsídio, criado para reduzir os impactos do conflito guerra no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis no Brasil. Também o subsídio de R$ 1,12 por litro do diesel continua em vigor. No último dia 16, o Congresso Nacional prorrogou, por 60 dias, a Medida Provisória 1.363, que instituiu a subvenção. Com o nome oficial de subvenção econômica, o subsídio é um incentivo pago pelo governo aos produtores e importadores de combustíveis para reduzir o impacto da alta dos preços internacionais sobre o consumidor. Na prática, o governo cobre parte do custo da gasolina, permitindo que o aumento nas refinarias ou no mercado internacional atinja de forma mais suave os preços nos postos.
