E, ultimamente, anda latindo muito forte. “A sabedoria e a razão falam; a ignorância ladra” (Arturo Graf).
A FORÇA DO CAMPO DE PORTO VELHO
O IBGE divulgando que Porto Velho ocupa o 1º lugar estadual na produção de banana, com 21.416 toneladas. E também é primeiro lugar ao produzir 134.174 toneladas de mandioca; e 181.812 toneladas soja. A força da capital capital aparece ainda mais no agronegócio quando se vê que está entre os dez maiores produtores de arroz, feijão, café, milho e cacau. No arroz, Porto Velho está em 3º lugar, com 13.260 toneladas; no feijão, em 3º, com 223 toneladas; no café, em 8º, com 10.061 toneladas; no milho, em 8º, com 83.932 toneladas; e no cacau, em 10º, com 159 toneladas. Também na pecuária o município se destaca, pois possui um rebanho com cerca de 1,7 milhão a 1,8 milhão de cabeças, liderando isoladamente no estado e figurando no topo do ranking nacional). Em produção de leite, a capital tem relevância com um rebanho de 105.285 cabeças de bovinos de leite e volume diário de 74.582 litros de leite, mas não lidera o ranking estadual-posição historicamente ocupada por municípios da região central e sul do estado como Jaru, Ouro Preto d'Oeste e Ji-Paraná, onde a agricultura familiar voltada à bacia leiteira é mais concentrada.
SISTEMA DO COMÉRCIO ADERE AO MISSÃO NOVA BR-319-ESTRADEIRO 2026
A missão Nova BR-319 – Estradeiro 2026 é uma iniciativa da Faperon e reúne representantes das entidades do setor produtivo, entre elas a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), FAEA, FEAC, FAERR, FAEPA, Farsul, Famasul, Sebrae, Fiero, Apron e Aprosoja Rondônia. A ação conta ainda com o apoio logístico do Grupo Rovema. Agora também o Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/Instituto Fecomércio em Rondônia passou a integrar a missão Nova BR-319 – Estradeiro 2026, que percorre a rodovia entre Porto Velho e Manaus (AM) com o objetivo de acompanhar de perto as obras em andamento, verificar as atuais condições da estrada para ressaltar sua importância estratégica para o desenvolvimento econômico da região. Durante o percurso, a comitiva também visitará as comunidades ao longo da BR-319 e verificará a situação da rodovia, seu potencial econômico e os impactos que sua recuperação pode proporcionar para os estados de Rondônia e Amazonas. A Fecomércio-RO estará representada na caravana pelo diretor do Singaro, Alyson Rover; por Bruno Santos Magalhães, do Singaro; pelo diretor do Simper, José Uilton dos Santos Oliveira; e por Adelmo Amorim, do Sesc-RO.
SAÍDA DE CAPITAL ESTRANGEIRO BATE RECORDE
O mercado financeiro brasileiro viveu um dos seus momentos mais críticos de 2026 no pregão da última terça-feira (11). Em uma reação em cadeia liderada por grandes fundos globais, os investidores estrangeiros- chamados no jargão financeiro de “gringos”- retiraram R$ 4,72 bilhões da B3 em seis horas de negociação. É o maior volume de capital externo a deixar a Bolsa paulista em um único dia desde 22 de abril de 2021, quando o mercado registrou um resgate de R$ 6,6 bilhões. A pressão vendedora arrastou o Ibovespa para uma queda forte de 2,5%, fazendo o índice recuaE para o nível dos 167 mil pontos e apagaE os ganhos acumulados nas semanas anteriores. O choque de liquidez estendeu-se até Wall Street, onde o iShares MSCI Brazil (EWZ)- fundo de índice que serve de referência internacional para a renda variável brasileira-sofreu uma sangria de US$ 329 milhões em poucos dias, registrando um dos piores volumes de saída desde meados de 2013. O estopim para a debandada repentina foi a publicação de um relatório global do banco de investimento JPMorgan. A instituição rebaixou a recomendação para o mercado acionário brasileiro de overweight (desempenho acima da média, equivalente a compra) para neutral (neutro). O corte veio acompanhado de um diagnóstico severo: o Brasil tende a apresentar um desempenho inferior aos seus pares emergentes no segundo semestre de 2026.
ENTRE AS EMPRESAS IANDIMPLENTES 55,7% SÃO DO SETOR DE SERVIÇOS
O Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian revela que o número de empresas inadimplentes no Brasil cresceu, em junho de 2026, superando a marca de 9,1 milhões de CNPJs, o maior patamar da série histórica. O volume financeiro de dívidas negativadas chegou a R$ 232,9 bilhões. Em média, cada empresa inadimplente acumulou 7,3 contas em atraso, com uma dívida média de R$ 25.508,96 por CNPJ e ticket médio de R$ 3.515,77. Para a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, isto se explica pela continuidade de um ambiente desafiador para as empresas brasileiras. “Os dados mostram que a inadimplência segue avançando mesmo após o início do ciclo de cortes da Selic. Isso acontece porque as condições financeiras continuam bastante restritivas e os juros permanecem elevados em termos históricos, limitando uma melhora mais consistente do mercado de crédito. Ao mesmo tempo, a atividade econômica começa a apresentar uma desaceleração mais evidente, reduzindo o ritmo de geração de receita das empresas justamente em um momento em que muitas ainda enfrentam dificuldades para reorganizar seus passivos e recompor o fluxo de caixa”, afirmou. Entre as empresas negativadas em junho, 55,7% pertenciam ao setor de “Serviços”. Na sequência apareceram os segmentos de “Comércio” (32,2%), “Indústria” (8%) e “Primário” (0,9%). Se, antes das mudanças da Reforma Tributária, o setor serviços já se encontra nesta situação, imagine, então, como será com o previsto aumento da carga tributária.
A FORÇA DO CAMPO DE PORTO VELHO
O IBGE divulgando que Porto Velho ocupa o 1º lugar estadual na produção de banana, com 21.416 toneladas. E também é primeiro lugar ao produzir 134.174 toneladas de mandioca; e 181.812 toneladas soja. A força da capital capital aparece ainda mais no agronegócio quando se vê que está entre os dez maiores produtores de arroz, feijão, café, milho e cacau. No arroz, Porto Velho está em 3º lugar, com 13.260 toneladas; no feijão, em 3º, com 223 toneladas; no café, em 8º, com 10.061 toneladas; no milho, em 8º, com 83.932 toneladas; e no cacau, em 10º, com 159 toneladas. Também na pecuária o município se destaca, pois possui um rebanho com cerca de 1,7 milhão a 1,8 milhão de cabeças, liderando isoladamente no estado e figurando no topo do ranking nacional). Em produção de leite, a capital tem relevância com um rebanho de 105.285 cabeças de bovinos de leite e volume diário de 74.582 litros de leite, mas não lidera o ranking estadual-posição historicamente ocupada por municípios da região central e sul do estado como Jaru, Ouro Preto d'Oeste e Ji-Paraná, onde a agricultura familiar voltada à bacia leiteira é mais concentrada.
SISTEMA DO COMÉRCIO ADERE AO MISSÃO NOVA BR-319-ESTRADEIRO 2026
A missão Nova BR-319 – Estradeiro 2026 é uma iniciativa da Faperon e reúne representantes das entidades do setor produtivo, entre elas a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), FAEA, FEAC, FAERR, FAEPA, Farsul, Famasul, Sebrae, Fiero, Apron e Aprosoja Rondônia. A ação conta ainda com o apoio logístico do Grupo Rovema. Agora também o Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/Instituto Fecomércio em Rondônia passou a integrar a missão Nova BR-319 – Estradeiro 2026, que percorre a rodovia entre Porto Velho e Manaus (AM) com o objetivo de acompanhar de perto as obras em andamento, verificar as atuais condições da estrada para ressaltar sua importância estratégica para o desenvolvimento econômico da região. Durante o percurso, a comitiva também visitará as comunidades ao longo da BR-319 e verificará a situação da rodovia, seu potencial econômico e os impactos que sua recuperação pode proporcionar para os estados de Rondônia e Amazonas. A Fecomércio-RO estará representada na caravana pelo diretor do Singaro, Alyson Rover; por Bruno Santos Magalhães, do Singaro; pelo diretor do Simper, José Uilton dos Santos Oliveira; e por Adelmo Amorim, do Sesc-RO.
SAÍDA DE CAPITAL ESTRANGEIRO BATE RECORDE
O mercado financeiro brasileiro viveu um dos seus momentos mais críticos de 2026 no pregão da última terça-feira (11). Em uma reação em cadeia liderada por grandes fundos globais, os investidores estrangeiros- chamados no jargão financeiro de “gringos”- retiraram R$ 4,72 bilhões da B3 em seis horas de negociação. É o maior volume de capital externo a deixar a Bolsa paulista em um único dia desde 22 de abril de 2021, quando o mercado registrou um resgate de R$ 6,6 bilhões. A pressão vendedora arrastou o Ibovespa para uma queda forte de 2,5%, fazendo o índice recuaE para o nível dos 167 mil pontos e apagaE os ganhos acumulados nas semanas anteriores. O choque de liquidez estendeu-se até Wall Street, onde o iShares MSCI Brazil (EWZ)- fundo de índice que serve de referência internacional para a renda variável brasileira-sofreu uma sangria de US$ 329 milhões em poucos dias, registrando um dos piores volumes de saída desde meados de 2013. O estopim para a debandada repentina foi a publicação de um relatório global do banco de investimento JPMorgan. A instituição rebaixou a recomendação para o mercado acionário brasileiro de overweight (desempenho acima da média, equivalente a compra) para neutral (neutro). O corte veio acompanhado de um diagnóstico severo: o Brasil tende a apresentar um desempenho inferior aos seus pares emergentes no segundo semestre de 2026.
ENTRE AS EMPRESAS IANDIMPLENTES 55,7% SÃO DO SETOR DE SERVIÇOS
O Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian revela que o número de empresas inadimplentes no Brasil cresceu, em junho de 2026, superando a marca de 9,1 milhões de CNPJs, o maior patamar da série histórica. O volume financeiro de dívidas negativadas chegou a R$ 232,9 bilhões. Em média, cada empresa inadimplente acumulou 7,3 contas em atraso, com uma dívida média de R$ 25.508,96 por CNPJ e ticket médio de R$ 3.515,77. Para a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, isto se explica pela continuidade de um ambiente desafiador para as empresas brasileiras. “Os dados mostram que a inadimplência segue avançando mesmo após o início do ciclo de cortes da Selic. Isso acontece porque as condições financeiras continuam bastante restritivas e os juros permanecem elevados em termos históricos, limitando uma melhora mais consistente do mercado de crédito. Ao mesmo tempo, a atividade econômica começa a apresentar uma desaceleração mais evidente, reduzindo o ritmo de geração de receita das empresas justamente em um momento em que muitas ainda enfrentam dificuldades para reorganizar seus passivos e recompor o fluxo de caixa”, afirmou. Entre as empresas negativadas em junho, 55,7% pertenciam ao setor de “Serviços”. Na sequência apareceram os segmentos de “Comércio” (32,2%), “Indústria” (8%) e “Primário” (0,9%). Se, antes das mudanças da Reforma Tributária, o setor serviços já se encontra nesta situação, imagine, então, como será com o previsto aumento da carga tributária.
