Nem uma licitação, emenda ou possibilidade de tráfico de influência. “Este pessoal já mostrou que não pode ver um cofre” (Heráclito Fortes).
AGROTEC COMEÇOU NESTA QUARTA-FEIRA (26)
Começou nesta quarta-feira (26), a Agrotec 2026-Feira de Tecnologia, Agronegócio e Desenvolvimento Rural, no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, que é grande vitrine do agronegócio da capital. O evento segue até domingo (30), com entrada gratuita. Promovida pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), a feira reúne produtores rurais, empreendedores, instituições e representantes do setor produtivo. O tema da feira é “Raízes que conectam o futuro” e a programação destaca inovação, sustentabilidade, desenvolvimento rural e preservação ambiental. Segundo o secretário da Semagric, Douglas Bener, “A Agrotec reúne conhecimento, tecnologia e oportunidades. É um espaço para valorizar nossos produtores e apresentar tudo o que o campo de Porto Velho tem de melhor”.
PATRULHA DA PREFEITURA SERÁ MOBILIZADA PARA AUMENTAR A SEGURANÇA DO COMÉRCIO
Depois de uma manifestação realizada na manhã desta segunda-feira (24), na Avenida Carlos Gomes, o prefeito Léo Moraes recebeu comerciantes da região para ouvir as principais demandas relacionadas à segurança pública. Durante a reunião, os comerciantes se queixaram da onda de furtos, arrombamentos e outros crimes que atingem estabelecimentos comerciais da região e cobraram medidas mais efetivas para aumentar a segurança. O prefeito se comprometeu a reforçar a segurança na região prometendo que a partir de terça-feira (25), uma patrulha terá atuação das 22h às 6h, período considerado estratégico para a prevenção de furtos, arrombamentos e outros crimes no comércio. A medida foi viabilizada por meio da Atividade Delegada, iniciativa que permite ampliar a presença policial em áreas comerciais e reforçar o patrulhamento, especialmente nos locais com maior necessidade de segurança.
DECISÃO SOBRE O SIMPLES SERÁ EM SETEMBRO
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO) vem alertando os empresários de que faltam pouco dias para o início de uma das janelas tributárias mais importantes, poia entre 1º e 30 de setembro de 2026, as micro e pequenas empresas precisarão tomar decisões que vão impactar diretamente seus custos, sua competitividade e sua relação com o Fisco a partir de janeiro de 2027. Quem perder a janela de setembro fica de fora do Simples Nacional por mais um ano inteiro-mesmo que a empresa se enquadre perfeitamente nas regras do regime. Esta decisão é ainda mais importante porque 2027 será o primeiro ano em que empresas do Simples vão, de fato, operar com IBS e CBS- os novos tributos da Reforma Tributária sobre o consumo que substituirão progressivamente PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Além de definir se entra ou permanece no Simples, as empresas enfrentam agora uma escolha estratégica inédita: como recolher o IBS e a CBS a partir de janeiro de 2027. São dois caminhos se “por dentro” com os novos tributos continuando integrados à guia única do Simples Nacional. O que não exige nenhuma ação formal- é o caminho automático para quem não se manifestar. Ou “por fora” com a empresa permanecendo no Simples para os demais tributos, mas passa a apurar IBS e CBS separadamente, pelas regras do regime regular. O que exige a opção formal no Portal do Simples Nacional entre 1º e 30 de setembro.
MEXEU NUM VESPEIRO
Que é fato é, mas ao espicaçar o relatório do Tribunal de Contas mostrando que o orçamento anual destina aos Poderes e aos órgãos autônomos (Poderes Legislativo e Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas e Defensoria Pública), nos últimos 25 anos, cerca de 20% do orçamento anual de Rondônia, não se pode dizer que Daniel Pereira tenha arrumado mais amigos. Ainda mais que comparou com o Acre (12,01%); o Amapá (10,55%); o Amazonas (10,04%) e até mesmo com o mais alto da região, o de Tocantins (12,74%). E, para sublinhar ainda mais disse que com a economia no custo dos poderes a dívida do Estado poderia ser paga apenas economizando por alguns anos. Olha que se há uma dor que dói é a do bolso. E nem instituições gostam muito de atenção para seus gastos.
DÍVIDA PÚBLICA SOBE O,22% E SUPERA R$ 9,2 TRILHÕES EM JULHO
A Dívida Pública Federal (DPF) voltou a subir em julho segundo os números divulgados nesta quarta-feira pelo Tesouro Nacional, passando de R$ 9,268 trilhões em junho para R$ 9,288 trilhões, uma alta de 0,22%. Porém, está dentro do esperado do Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado em janeiro e revisado nesta quarta-feira, de vez que o estoque da DPF deve encerrar 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões. Apesar de no mês passado o Tesouro ter resgatado R$ 61,91 bilhões em títulos a mais do que emitiu, principalmente em títulos prefixados, porém a apropriação de R$ 89,95 bilhões em juros impediu a queda do endividamento. Assim a Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) avançou 0,31%, passando de R$ 8,921 trilhões em junho para R$ 8,948 trilhões em julho. No entanto, a Dívida Pública Federal externa (DPFe) caiu 2,12%, passando de R$ 347,71 bilhões em junho para R$ 340,06 bilhões em julho. O principal fator foi a queda de 1,92% do dólar no mês passado.
