Os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) de Ji-Paraná promoveram, ao longo das últimas semanas, uma série de atividades socioassistenciais voltadas para diferentes faixas etárias. As ações foram conduzidas pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Família (Semasf), com foco na convivência comunitária, no respeito, na inclusão e na prevenção à violência.
Atividades para crianças e adolescentes
A programação direcionada ao público infantojuvenil contemplou dinâmicas lúdicas, oficinas de convivência e projetos educativos:
Circuito Sensorial: Crianças atendidas no CRAS Morar Melhor participaram de uma atividade na Fundação Fama, explorando estímulos táteis, visuais e auditivos para trabalhar a autorregulação e a percepção do ambiente.
Xadrez Social: O jogo foi utilizado como ferramenta pedagógica para estimular a concentração, o raciocínio lógico, a tomada de decisões e o respeito às regras entre os adolescentes.
Vínculos Familiares: No CRAS Jardim dos Migrantes, os grupos O Céu é o Limite e Os Radicais debateram o diálogo, o afeto e os desafios das relações familiares durante a adolescência.
Programação para idosos e conscientização
Para o público idoso, a iniciativa promoveu integração e resgate de memórias por meio da atividade "Culinária Afetiva: Receitas que Contam Histórias", onde os participantes compartilharam pratos associados a lembranças marcantes de suas trajetórias.
Além disso, a rede socioassistencial intensificou as orientações sobre a prevenção à violência contra a mulher. O CRAS São Francisco realizou palestras sobre os canais de apoio disponíveis, enquanto o CRAS Jardim dos Migrantes promoveu um encontro com a policial civil Karoline da Silva Gallo, orientando usuários do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) e do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) sobre direitos, identificação de abusos e redes de proteção.
As ações integram a rotina contínua dos CRAS para prevenir situações de vulnerabilidade social e assegurar espaços de acolhimento e aprendizado para a comunidade ji-paranaense.
Redação Diário O Norte
Com informações de Natália Pessoa
