A vitória será sempre de Pirro. “Vencereis, mas não convencereis. Vencereis porque possuem a força bruta de sobra. Mas não convencereis, porque convencer significa persuadir” (Miguel de Unamono).
FIERO COMPLETA 40 ANOS COLABORANDO COM O DESENVOLVIMENTO DE RONDÔNIA
Neste sábado, 19 de setembro, a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia-FIERO completa quatro décadas de história dedicadas à evolução produtiva da região. Sua trajetória acompanhou a consolidação do Estado, promovendo a transição do perfil econômico para um parque fabril moderno e sua evolução reflete as gestões dos seus líderes que buscaram estruturar a economia regional. Foram empresários como Frederico Simon Camelo, o primeiro presidente da FIERO, Miguel de Souza, que defendeu a Rodovia do Pacífico e a recuperação da BR-319, Julio Miranda, Euzébio Guareschi Denis Baú e Marcelo Thomé, o atual presidente, que fizeram um grande trabalho na formação de jovens e adultos, no atendimento médico de trabalhadores e dependentes e na expansão da rede mantida pelo Serviço Social da Indústria (SESI) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Escolas técnicas e centros operacionais preparam profissionais para o mercado industrial e oferecem cuidados preventivos de saúde, elevando o bem-estar e a qualidade de vida dos industriários e da população. E ainda no campo da gestão de pessoas, a intermediação de oportunidades e a qualificação corporativa ganham força com os programas do Instituto Euvaldo Lodi (IEL). A entidade administra programas de estágio, realiza processos seletivos para o setor privado e apoia empresas na identificação de talentos. Ao completar quatro décadas de suporte ao setor produtivo, a FIERO mantém seu papel de apoio essencial no avanço econômico regional. A rotina operacional integra qualificação de mão de obra, cuidados na saúde, tecnologia e inovação e encaminhamento profissional, pavimentando a evolução das empresas e para o progresso direto de toda a população de Rondônia. Por isto enfatizou o presidente Thomé “Celebrar o aniversário da Federação é celebrar a transformação de Rondônia. Parabenizo o empresário local, que investe e empreende longe dos grandes centros. Produzir aqui exige determinação para superar distâncias. A nossa intenção é garantir que as empresas conquistem competitividade, agregando valor às matérias-primas, transformando essa bioeconomia em vantagem real de mercado”.
FECOMÉRCIO/RO E CRC-RO UNIDOS PARA DESBUROCRATIZAR E AGILIZAR ABERTURA DE EMPRESAS
O presidente do Sistema Fecomércio-RO, Raniery Araújo Coêlho, recebeu, na última terça-feira, o presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Rondônia (CRC-RO), Jair Genor Beviláqua, e uma comissão de contabilistas da Aecon e do Sescap, órgãos representativos da classe contábil para discutir as dificuldades na abertura e no andamento de processos de licenciamento de empresas médicas na capital, notadamente nos casos de empresas que possuem sede administrativa, mas prestam seus serviços em hospitais, clínicas e outros estabelecimentos já licenciados. Segundo os contabilistas, esses entraves têm levado alguns empresários a constituírem suas empresas em outros municípios e estados, onde conseguem concluir a regularização em menor prazo. A situação pode gerar perda de investimentos e receitas para Porto Velho e Rondônia, além de afetar a geração de empregos e a contratação de serviços contábeis locais. A Fecomércio-RO manifestou seu apoio à construção de uma solução conjunta, por meio do diálogo e da cooperação institucional e, como encaminhamento da reunião, foi elaborada e protocolada uma carta conjunta, na qual são apresentadas as situações vivenciadas pelos empresários e profissionais da contabilidade, acompanhadas de sugestões para tornar o sistema de licenciamento mais moderno, integrado e célere. A proposta é reunir as instituições e os órgãos municipais para buscar alternativas que garantam maior agilidade aos processos, sem comprometer a fiscalização, a segurança sanitária e o cumprimento da legislação.
FLÁVIO BOLSONARO ATINGE A MAIOR VANTAGEM NAS APOSTAS DE QUE VAI GANHAR A ELEIÇÃO NO EXTERIOR
O Aposta Legal, com a proximidade das eleições, passou a acompanhar o que os mercados de predição sediados no exterior- caso do Polymarket- precificam para a disputa presidencial. Os mercados de predição são proibidos no Brasil, mas refletem o preço que os apostadores pagam para negociar contratos sobre o resultado de diversos eventos, incluindo as eleições brasileiras. Recentemente, Flávio Bolsonaro (PL) voltou a superar Lula da Silva (PT) nas bolsas de apostas internacionais sobre a eleição presidencial de 2026, recuperando a liderança perdida em maio. Na coleta desta sexta-feira (18), o senador aparecia com 54,8% de probabilidade implícita de vitória no Polymarket, contra 42,5% do presidente. O monitoramento é feito pelo o painel de apostas nas eleições 2026 do Aposta Legal. Trata-se do maior percentual de Flávio Bolsonaro na série acompanhada pelo Aposta Legal com um crescimento, em 30 dias, de sua cotação de 24,50 pontos. Na última semana, a alta foi de 8,45 pontos. Aposta não é intenção de voto, mas uma tentativa de ganhar dinheiro apostando em quem será o candidato vencedor.
O SPLIT PAYMENT AINDA É UM BICHO DE SETE CABEÇAS PARA OS PEQUENOS NEGÓCIOS
O governo, os bancos e instituições financeiras estão discutindo o cronograma e a infraestrutura tecnológica para colocar em funcionamento o split payment. Já o mesmo não acontece entre as micro e pequenas empresas que ainda tentam entender o que a mudança modifica na sua operação. A GestãoClick levantou com empresas brasileiras que 77,1% dos entrevistados nunca ouviram falar do mecanismo ou apenas ouviram falar superficialmente, sem conhecer seus detalhes. Apenas 22,8% afirmam saber exatamente como funciona. Esta falta de conhecimento é visível, segundo a pesquisa, no nível de preparação onde somente 11% afirmam ter ajustado o planejamento financeiro e os sistemas para o split payment. Outros 40,2% sabem que precisam se preparar, mas ainda não começaram; 16,5% dizem estar começando a se informar; e 32,3% admitem não saber por onde começar. Embora o split payment não seja implantado, como inicialmente esperado, em janeiro de 2027, o que os dados mostram é o desconhecimento e a complexidade técnica que envolve sua implantação.
