
Até onde se pode ver. “Porque depois desta vida não há outra oportunidade” (Simon Diaz).
ANUNCIADA A CONSTRUÇÃO DO HOSPITAL DE PRONTO SOCORRO DE PORTO VELHO
A boa notícia da semana vem da Prefeitura de Porto Velho que anunciou já ter os recursos da ordem de R$ 50 milhões ( dos quais 20 milhões provém de emenda da ex deputada Mariana Carvalho e outros 30 milhões virão de emenda do deputado Maurício Carvalho), para construir o Hospital de Pronto Socorro. Assim Porto Velho deixará de ser a única capital brasileira que não tem seu hospital próprio. Quando se inicia a obra e como será feita ainda não se sabe, mas o prefeito Hildon Chaves só vai fazer o anúncio oficial em meados deste mês, numa coletiva com a imprensa no local onde o prédio será erguido, ao lado a Maternidade Municipal.
ELEIÇÕES NO CORECON/RO
No último dia 31de outubro foram realizadas eleições para renovação do 1º terço de Conselheiros deste CORECON/RO e de Delegados-Eleitores Titular e Suplente junto ao colégio Eleitoral do COFECON. Depois de apurados os votos do Conselho de Rondônia, a Chapa Única: “RECONSTRUÇÃO E COMPROMISSO” foi eleita com mais de 90% dos votos. A composição da chapa eleita é: Para Conselheiros Efetivos (mandato de 2024 a 2026): Manuel Antônio Valdés Borrero, João Batista Almeida e Noel Leite da Silva. Para Conselheiros Suplentes (mandato de 2024 a 2026): Waldeatlas dos Santos Barros, Julio Cesar Silveira de Souza e Andréia Moreschi da Silva. Para Delegado Eleitor Efetivo: Waldeatlas dos Santos Barros e Para Delegado Eleitor Suplente: Júlio Cezar Ramos Nogueira.
VITÓRIA DE PIRRO
Por maior que tenha sido a mobilização dos empresários e os números que apontaram que a questão dos problemas do Estado estão no crescimento das despesas, o Governo de Rondônia passou como um trator sobre as reclamações dos empresários, apesar do alerta de que quem paga a conta é o consumidor e enviou uma nova mensagem, ou vai enviar, pois não se sabe ao certo, para a Assembleia, com o aumento do ICMS para 19,5%. Pela disposição dos deputados deve ser aprovado sem problemas e, desta vez, se espera seguindo os ritos para não haver judicialização. A insatisfação dos empresários se baseia na experiência e na projeção dos dados: não há como o aumento se limitar aos 30% dos produtos como alega a SEFIN. É um presente de Natal amargo para a população. O problema é que, logo se sentirão os efeitos, os empresários vão subir seus preços preventivamente e os efeitos se farão sentir logo em janeiro. Vamos ter um começo de 2024 muito difícil.
VENDAS DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS DEVE CAIR 20% EM 2023
Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, os negócios do setor foram freados pelos juros elevados, a queda na rentabilidade dos produtores rurais e o tombo nos preços das commodities agrícolas neste ano. O reflexo nas vendas de maquinários para o campo foi bem menor e o faturamento das empresas deve cair 20% em 2023, para cerca de R$ 75 bilhões. No ano passado, os negócios renderam R$ 94 bilhões. E completou que “Estamos com uma queda de 20% nas vendas de máquinas agrícolas, mas quando se olha os demais ramos da Abimaq a queda está um pouco acima de 10%”, disse. “A queda de vendas das máquinas agrícolas tem a ver com a queda de renda no campo”.
MUNICÍPIOS DE PIRES NA MÃO
A Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), por um levantamento, aponta que 30% dos municípios do país, o equivalente a 1.570 cidades, não têm receita local para custear suas contas administrativas básicas, que consiste em manter a prefeitura e a Câmara dos Vereadores. Ao todo, 55,5% desses municípios estão num nível crítico para cobrir esses gastos. Ou seja, não se sustentam e dependem de recursos do Governo Federal para se manter. E este ano está acontecendo o contrário do que aconteceu no ano passado quando as receitas cresciam mais do que as despesas. Em suma: a situação tende a piorar.
EXPORTAÇÃO DE MASSAS E PÃES
As massas alimentícias e pães os pães industrializados são um dos 10 alimentos mais consumidos no Brasil. Também a exportação dessas categorias possuem dados relevantes. Segundo a Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados), no 1º semestre de 2023, as vendas de massas atingiram US$ 11,8 milhões e cerca de 6,5 mil toneladas. Já os pães de forma, atingiram US$ 3,6 milhões em vendas e cerca de 2 mil toneladas. Este crescimento das vendas de exportação se devem à qualidade de nossos produtos, aos preços competitivos e à capacidade de fornecimento durante todo o ano. As vendas de massa tiveram um crescimento de 26% em valor e 16% em volume frente ao mesmo período em 2022. As vendas para os Estados Unidos tiveram um aumento de 38% em valor em 2023 equiparado ao mesmo período (1º semestre) de 2022. O Uruguai também é um dos grandes parceiros do Brasil na exportação do setor. De 2022 para 2023, o aumento em valor foi de cerca de 37%. Rodrigo Iglesias, Diretor Internacional da Abimapi, afirmou que “Não podemos deixar de pontuar que o sucesso das exportações de massas alimentícias e pães industrializados depende de uma combinação de fatores e das condições específicas do mercado de destino”.
