
Eu não sei você, mas sempre tenho medo. E avanço com medo mesmo. “Você está disposto a mudar de percurso, a pegar o leme de volta e remar em uma direção diferente? Ou tem medo de avançar?” (Márcio Micheli).
ALUNA DA UNIR AGRACIADA COM MENÇÃO HONROSA
No Evento Internacional Conecta, promovido pela PROPESQ da UNIR, a acadêmica do Curso de Ciências Econômicas Taciane Navi da Silva, orientada do coordenador do GEITEC-Grupo de Pesquisa em Gestão, Inovação e Tecnologia, Prof. Dr. Flávio de São Pedro Filho, foi agraciada com a Menção Honrosa pelos resultados de sua pesquisa de Iniciação Tecnológica intitulada “Economia Criativa como ferramenta de Inovação na Indústria Turística Portovelhense. Este Prêmio só é concedido aos discentes de alto desempenho, servindo como exemplo para todos os demais que atuam com pesquisa tecnológica.EXPLICAÇÃO
Sobre a matéria publicada por esta coluna da provável queda de arrecadação com o aumento do ICMS para 19,5%, a consultora Taluama Cabral pontuou o seguinte “Apenas esclarecendo um ponto: o Fórum alerta para o fato de o aumento de ICMS provocar, ao contrário do que o governo espera, uma queda na arrecadação porque estudos comprovam que o preço alto não diminui o consumo do produto, apenas substitui o legal pelo ilegal que não paga imposto e por isso, não há arrecadação para o governo. Ou seja, existe um produto mais barato para substituir, que no caso do cigarro é o cigarro ilegal, o contrabandeado que não paga imposto e chega a ser quase 60% mais barato. Então, o consumo não diminui. O que diminui mesmo é a receita do governo, e de outro lado aumenta o mercado ilegal. Justamente porque o fumante não para de fumar, mas busca outra alternativa mais barata. Por isso, alertamento que aumento de imposto incentiva o mercado ilegal”. O esclarecimento é perfeito, mas é preciso anotar que o consumo ilegal não é computado na economia, logo, sob o ponto de vista econômico, o consumo, de fato, diminui, pois somente as transações legais são consideradas no cômputo do Produto Interno Bruto.MAIS UMA BOLA FORA QUE TERÁ IMPACTO NOS EMPREGOS
A nova portaria do Ministério do Trabalho e da Previdência, que revoga a Portaria nº 671 (11/11/2021), que autorizava em caráter permanente o trabalho aos domingos e feriados em diversos setores do comércio varejista é um imenso retrocesso. O setor de comércio e serviços responde por 57% dos postos de trabalho no Brasil, 77% das empresas ativas e cerca de 190 milhões de cidadãos brasileiros, será penalizado por não poder abrir lojas, em domingos e feriados, sem prévia autorização de convenção coletiva ou aprovação de lei municipal. Em termos claros, é uma elevação forte nos custos de mão de obra e reduz a oferta de empregos, reduzindo também a atividade econômica. Pior que a abertura do comércio aos domingos e feriados favorece o consumo e a geração de empregos, como também a população. A abertura de lojas, supermercados e varejo em geral, aos domingos e feriados, asseguram= maiores possibilidades de escolha a população que trabalha durante a semana e, muitas vezes, só pode fazer nos domingos suas compras.
