
Sem riscos o fracasso é garantido. “O grande risco é não assumir nenhum risco. Em um mundo que muda, de verdade, rapidamente, a única estratégia com garantia de fracasso é não assumir riscos” (Mark Zuckerberg).
VIABILIDADE DA HIDROVIA DO MADEIRA É DEBATIDA
Foi realizada, na segunda-feira (6), a primeira reunião da Sociedade de Portos e Hidrovias de Rondônia (Soph) com a comissão liderada pela Superintendência de Projetos Portuários e Aquaviários (Supaq), para estudar a viabilidade de concessão e implantação da hidrovia no rio Madeira. É a primeira etapa da visita realizada pela equipe técnica da Supaq, da Infra S.A, juntamente com a equipe técnica do Ministério de Portos e Aeroportos e Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), e se estende até quinta-feira (9). Na ocasião começou a ser debatida a elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental – EVTEA, produto final da visita. Também se fará a coleta de expectativas e identificação de oportunidades e riscos, a partir de entrevistas com entes públicos e privados que utilizam o rio Madeira como principal via para escoamento de produtos.Este projeto é uma das etapas do Plano Geral de Outorgas Hidroviárias, aprovado pelo ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, com fim de potencializar a navegação nas hidrovias. O coordenador Hidroviário do Ministério de Portos e Aeroportos do Governo Federal, Rafael Mendonça, enfatizou que, “o diálogo com o Porto de Porto Velho é necessário para que sejam trocadas informações relevantes acerca da logística portuária e da realidade que o setor enfrenta, algo que se tornou mais urgente com a seca severa que atingiu o rio Madeira nos últimos meses”. A infraestrutura fundamental para o estabelecimento da hidrovia envolve principalmente a sinalização do rio, regularização das dragagens, além de criar alternativas para diminuir o impacto ambiental. O diretor-presidente da Soph, Fernando Parente, destacou que a importância desse passo, “é fundamental para que possamos potencializar o escoamento da produção do Estado que vem crescendo anualmente. As melhorias no rio Madeira também são propositivas para trazer mais investidores e mais empregos”.
NORTE POSSUI APENAS 5% DOS NEGÓCIOS DE IMPACTO SOCIAL E AMBIENTAL
O Mapa de Negócios de Impacto SocioambientaL, da Pipe.Social e do Quintessa, que traz análises de 1.011 negócios de impacto, mostrou que a região Sudeste concentra 58% das sedes dos negócios de impacto social e ambiental. O Sul reúne 14%, seguido pelo Nordeste com 12%; o Norte, 5%; e o Centro-Oeste com 4%. Entre os Estados, os destaques são São Paulo (39%) e Rio de Janeiro (10%). O levantamento, que acontece a cada dois anos desde 2017, foi feito com o suporte de 66 organizações, e indica ainda que 59% dos negócios estão nas capitais e 35% no interior. A análise mostra que por mais que os negócios tenham sedes concentradas no Sudeste- região com maior acesso a benefícios como networking, eventos, mentorias, acelerações/incubações e até investimentos-, os seus impactos tem escala nacional e que, apesar de manterem um CNPJ no Sudeste, cerca de um terço dos negócios tem alcance nacional: 59% operam no Sudeste; 37%, Nordeste; 37%, Sul; 30%, Centro-Oeste; e 28%, Norte.
CLUBES FECHAM ACORDO PARA RECEBER RECURSOS POR DIREITOS COMERCIAIS
Os 25 clubes brasileiros da Liga Forte União, na sexta-feira (3/11), fecharam acordo definitivo com o grupo de investidores da gestora de recursos Life Capital Partners (LCP). Ao todo, as equipes da Série A e Série B receberão R$ 2,6 bilhões pelo negócio. A Liga Forte União é a primeira liga de clubes a receber aporte de investidores relevantes na comercialização dos direitos de arena e propriedades comerciais. O montante inicial de R$ 1,15 bilhão será feito nos próximos dias. O contrato prevê, ainda, o repasse de outros R$ 1,45 bilhão no período de 18 meses. O dinheiro será dividido de acordo com critérios definidos previamente. Como contrapartida, o grupo de investidores vai gerir 20% dos valores arrecadados pelas equipes com a venda dos direitos de transmissão para televisão, entre 2025 e 2075. O escritório Mello Torres assessorou a LCP e a XP Asset Management na estruturação do Sports Media Futebol Brasileiro Fundo de Investimentos em Participações Multiestratégia, que captou cerca de R$ 905 milhões junto a investidores, bem como da Sports Media Participações S.A., companhia que administrará o investimento em todas as frentes relacionadas ao projeto. A fonte da nota foi Maurício Macedo, da F7 Comunicação.
RECUO PELO TERCEIRO MÊS DO NÍVEL DE EMPREGOS AUMENTA INCERTEZA ECONÔMICA
Com o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) do FGV IBRE recuando 1,4% em outubro, para 75,0 pontos, pelo terceiro mês consecutivo de queda, aumentam as preocupações com a recuperação da economia brasileira. Em médias móveis trimestrais, o IAEmp caiu 1,0 ponto, para 76,1 pontos. O que fica patente é que, apesar da aparente melhora no ambiente macroeconômico e a permanência da taxa de desemprego em patamar baixo, as recentes quedas nas expectativas de empresários e consumidores não permitem imaginar uma retomada mais forte do indicador nos próximos meses. A esperança é que hajam sinais mais claros de uma recuperação na economia para o nível de empregos voltar à trajetória favorável que chegou a ser ensaiada este ano.
INTENÇÃO DE COMPRA CRESCE NA BLACK FRIDAY
A Black Friday, prevista para a última sexta-feira de novembro, dia 24 de novembro, segundo uma pesquisa realizada pela Mfield, com 2.300 participantes, sobre a expectativa de compra durante o período, apontou um crescimento de 32,2% na população que pretende comprar nessa data. O período da Black Friday é conhecido por descontos especiais em produtos eletrônicos, eletrodomésticos e livros , nos últimos anos, tem também conseguido a adesão dos supermercados. Para o especialista em varejo alimentar, Leandro Rosadas, esta é uma boa oportunidade para os donos de mercado conquistarem clientes que agem por impulso quando estão à frente de uma oferta. “São poucos os consumidores que se planejam para uma Black Friday nos supermercados, por isso, os supermercadistas precisam investir nas ações para aqueles consumidores que compram por oportunidade”, diz. Em Rondônia, embora muitas lojas físicas estejam fazendo campanhas para aproveitar o período, há uma grande queixa de perda de vendas para o comércio eletrônico, de vez que conseguem vender por um preço mais baixo alicerçados por custos menores e abrangência nacional de seus produtos. Nota com material de Larissa Albuquerque da Broto Comunicação.
