Quem trafega pela Avenida Calama, em Porto Velho, já percebeu a movimentação pesada de máquinas no cruzamento com a Rua Silas Schokness. A intervenção, conduzida pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), ataca um problema crônico de represamento de águas pluviais que há anos castiga as imediações do Skate Park durante o período de chuvas intensas.
O foco da obra é a substituição do antigo sistema de manilhas, que se mostrou obsoleto e insuficiente para o volume de vazão atual, além de sofrer com constantes obstruções por resíduos. No lugar da estrutura antiga, está sendo instalado um tubo Armco — uma solução de engenharia em aço corrugado com 2 metros de diâmetro e 34 metros de extensão.
A escolha do material não é por acaso: o tubo Armco oferece maior capacidade hidráulica e durabilidade, suportando melhor a pressão da água e o fluxo de detritos sem causar o efeito de "gargalo" que inundava a via. Na prática, a obra amplia significativamente a velocidade de escoamento, garantindo que o canal suporte temporais sem transbordar para a pista.
Devido à profundidade da escavação e ao tamanho da estrutura, o trecho permanece interditado. A expectativa é que, se o tempo colaborar, os trabalhos sejam finalizados em até três dias. Para os condutores, a recomendação é evitar a região do Skate Park e utilizar rotas alternativas, já que o tráfego está totalmente bloqueado para garantir a segurança dos operários e a agilidade na montagem da tubulação.
A resolução deste ponto é estratégica para a mobilidade da zona Leste, já que a Calama é uma das principais artérias de escoamento da capital e qualquer alagamento no local trava o fluxo de milhares de veículos diariamente.
Redação Diário O Norte
Com informações da SECOM/PVH
A resolução deste ponto é estratégica para a mobilidade da zona Leste, já que a Calama é uma das principais artérias de escoamento da capital e qualquer alagamento no local trava o fluxo de milhares de veículos diariamente.
Redação Diário O Norte
Com informações da SECOM/PVH
