Lúcio Albuquerque
Duas questões preocupam os permissionários da Feira do UM: a indefinição da prefeitura sobre o local onde serão instalados enquanto durar a (se acontecer realmente) anunciada reforma do prédio onde a feira funciona há mais de 60 anos a Feira do Um.
A outra questão diz respeito ao exemplo da nova rodoviária de Porto Velho, com eles lembrando o problema que tiveram de enfrentar os permissionários que exploravam serviços diversos e ao final não puderam se transferir para as novas instalações, alegando altos custos para atender às exigências.
Durante reuniões com representantes da prefeitura eles ouviram uma proposta do novo projeto, o que inclui até uma área superior onde ficariam restaurantes e outros serviços.
Há um ponto que precisa ser resolvido logo: para onde eles serão deslocados enquanto durar a anunciada reforma. Conversar com eles é notar duas ideias sobre onde deve funcionar a feira, com estimativa de que chegue até mais de um ano, “até mais e que só seja entregue na eleição de 2028”, ponderam vários permissionários.
Sobre o local de instalação temporária da Feira do Um eles têm uma proposta fechada: que seja instalada na área onde funcionou um supermercado na esquina da Guanabara com a Paulo Leal, alegando fácil acesso e Área de estacionamento.
Isso eles já disseram aos representantes da prefeitura, porque há até uma boa proximidade entre o local atual e o proposto por eles, lembrando suas preocupações com o tempo da reforma, e que o prédio atual não receba reformas como aconteceu em administrações anteriores.
