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O acreano Manex Silva alcançou um feito inédito para o esporte do Norte do país na última terça-feira (10/02). Disputando a prova de Esqui Cross-Country (Sprint) nas Olimpíadas de Inverno de 2026, o atleta cruzou a linha de chegada na 49ª posição, estabelecendo o novo recorde brasileiro em provas individuais de esqui. O resultado supera a marca histórica que pertencia à veterana Jaqueline Mourão.

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Natural do Acre, Manex demonstrou uma evolução técnica que o coloca como o principal nome da modalidade no país. Para a nossa região, o desempenho é visto como um marco, provando que atletas nascidos no calor da Amazônia podem competir em alto nível nas montanhas geladas da Itália.
No feminino, o Brasil encerrou sua participação no Sprint com Eduarda Ribera em 72º lugar e Bruna Moura em 74º. Bruna, que ficou de fora dos Jogos de 2022 devido a um grave acidente, celebrou a conclusão da prova como uma superação histórica.
A façanha do acreano abre caminho e serve de inspiração para que novos talentos de Rondônia e de toda a região Norte busquem espaço em esportes tradicionalmente dominados por países europeus.
Redação Diário O Norte
O acreano Manex Silva alcançou um feito inédito para o esporte do Norte do país na última terça-feira (10/02). Disputando a prova de Esqui Cross-Country (Sprint) nas Olimpíadas de Inverno de 2026, o atleta cruzou a linha de chegada na 49ª posição, estabelecendo o novo recorde brasileiro em provas individuais de esqui. O resultado supera a marca histórica que pertencia à veterana Jaqueline Mourão.
O acreano Manex Silva estabeleceu o novo recorde brasileiro em provas individuais de esqui, superando a marca histórica da veterana Jaqueline Mourão.
Natural do Acre, Manex demonstrou uma evolução técnica que o coloca como o principal nome da modalidade no país. Para a nossa região, o desempenho é visto como um marco, provando que atletas nascidos no calor da Amazônia podem competir em alto nível nas montanhas geladas da Itália.
No feminino, o Brasil encerrou sua participação no Sprint com Eduarda Ribera em 72º lugar e Bruna Moura em 74º. Bruna, que ficou de fora dos Jogos de 2022 devido a um grave acidente, celebrou a conclusão da prova como uma superação histórica.
A façanha do acreano abre caminho e serve de inspiração para que novos talentos de Rondônia e de toda a região Norte busquem espaço em esportes tradicionalmente dominados por países europeus.
Redação Diário O Norte
