
Encare o novo com determinação. “Qualquer nova atividade é um desafio” (Alexandre Kalache).
REDUÇÃO DE ROUBOS DE CELULARES REFLETE TRABALHO DE COMBATE AOS CRIMES PATRIMONIAIS
O governo do estado de Rondônia divulgou que houve redução nos índices de roubo de celulares e o aumento na recuperação de aparelhos ao longo de 2025, segundo a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec). O Núcleo de Análise Criminal da Gerência de Estratégia informou que os roubos de celulares apresentaram uma queda de 21% em 2025, diminuindo de 4.754 registros em 2024 para 3.747 ocorrências no ano de referência. É preciso salientar que a caracterização de roubo somenteacontece quando a subtração do bem ocorre mediante violência física ou grave ameaça à vítima. São situações em que o criminoso utiliza arma, faz intimidação ou agride a pessoa para levar o objeto. O roubo possui uma pena de quatro a dez anos de reclusão, além de multa. Também é importante salientar que a recuperação de aparelhos celulares que, em 2024, teve recuperados 571 dispositivos, já em 2025, esta recuperação subiu para 618 aparelhos, um crescimento de 8% nas ações de recuperação. Para secretário da Sesdec, Felipe Bernardo Vital, o resultado reflete o fortalecimento das estratégias de combate aos crimes patrimoniais, incluindo ações de inteligência, investigações qualificadas e operações integradas entre as forças de segurança pública.
O ANO VAI COMEÇAR DE FATO
Embora, principalmente o comércio faça esforço para modificar o costume, porém o que se observa é que não parece ter jeito: o ano somente começa de fato depois do carnaval. É verdade que já no carnaval as coisas começam a ganhar movimento em especial em Porto Velho com a atração de visitantes, as novas oportunidades que surgem para os informais na alimentação, com o aumento do transporte, hospedagem e movimentações dos blocos. A festa aquece o fluxo turístico e a economia mesmo quando, como ocorreu agora, as chuvas impediram melhores resultados. Talvez, pelo menos na capital, os R$ 30 milhões de movimentação na capital, Porto Velho não tenham acontecido, todavia deve ter andado por perto e o prejuízo ficou mesmo na mão dos ambulantes. É o risco, que faz parte da vida. Bem, em parte a questão de começar o ano depois do carnaval, talvez, seja por termos o hábito de criar ciclos, mas há importantes fatores para isto. Um deles é o de que as escolas, as universidades começam o período das aulas e também os compromissos, entre eles de pagar IPTU, se efetua por volta deste tempo, o que nos leva a crer que os compromissos, os contratos, os projetos voltam a funcionar. Seja como for o carnaval parece sempre ser o portal de entrada da realidade. Passou, então, vamos encarar a rotina do ano.
CNC APONTA QUE ENDIVIDAMENTO NO 1º TRIMESTRE CONTINUA ELEVADO
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio (CNC) aponta que em fevereiro deste ano 77% das famílias brasileiras estão endividadas. Isto se deve a que o impacto de impostos, gastos escolares e inflação acumulada continua pressionando o orçamento no 1º trimestre e prolongando o desequilíbrio financeiro. Para Leonardo Baldez Augusto, economista e educador financeiro, o quadro é agravado pela concentração de compromissos financeiros no início do ano e pela ausência de planejamento prévio. Os dados da CNC mostram que impostos como IPTU e IPVA, somados às despesas educacionais, costumam consumir uma parcela relevante da renda nos primeiros meses do ano. Para Baldez, o impacto não está apenas no volume de gastos, mas na forma como eles são distribuídos ao longo do tempo. “O problema não é pagar contas, é pagar tudo ao mesmo tempo, sem preparo. Isso compromete o fluxo de caixa da família e amplia o uso do crédito caro”, analisa. O economista observa que, mesmo com sinais de desaceleração inflacionária, o orçamento doméstico segue pressionado. “A renda não acompanhou na mesma velocidade o aumento dos custos fixos. Isso explica por que o endividamento permanece elevado mesmo fora de períodos de crise aguda”.
FATURAMENTO EM ALTA DO TURISMO ESTIMULA SETOR NÁUTICO
Também é da Confederação Nacional do Comércio (CNC) a estimativa de que o turismo deve faturar R$ 218,77 bilhões em volume de negócios entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026. As pesquisas confirmam que o turismo de "Sol e Praia" como a principal motivação de viagem. O reflexo se estende ao lazer das águas tanto que, em Rondônia, há uma expectativa otimista sobre o aumento de turistas voltados para a pesca esportiva. As boas previsões também se estendem à indústria náutica. Aumenta o número dos que desejam comprar a primeira embarcação quanto serviços de charter (aluguel) e como de cotas compartilhadas. Aliás, em termos nacionais, o grande destaque promete ser o Rio Boat Show, agendado para 11 a 19 de abril na Marina da Glória. O evento, promovido pela principal autoridade do setor na América Latina, o Grupo Náutica, marca a abertura do calendário náutico de eventos brasileiro.
BRASIL AUMENTA AS RESERVAS EM MOEDA CHINESA
É de pouco conhecimento popular o nome do dinheiro da China, que é renminbi, numa tradução direta “moeda do povo”. A unidade de medida do renminbi é o yuan. É uma diferença em relação ao Brasil. Aqui o real é o nome da moeda e sua unidade de medida. Embora haja toda uma pregação sobre aumento do uso da moeda chinesa o que se observa é uma outra realidade: em termos globais, segundo o Fundo Monetário Internacional-FMI, a maior participação percentual da moeda ocorreu em 2021, quando era 2,9% dos reservas globais. No momento sua participação é de apenas 2,1%, ou seja, uma queda de 27,5% nos últimos quatro anos. Já os Estados Unidos tinha uma participação de 62,7%, em 2021, e, agora, tem uma participação de 59,3%, ou seja, uma queda de -5,4%. Em termos gerais é uma flutuação pouco significativa. Mas, no ano anterior a participação foi de 59% e vinha caindo pouco, mas caindo. Agora em relação as reservas brasileiras a participação da China cresceu de 5% para 5,3%, de 2021 para agora. Já a participação norte-americana caiu de 82,3% para 79,5%, ou seja, 3,4%, o que também não tem tanta significação.
