
A vida sempre será uma fantasia. "Um cientista no seu laboratório não é apenas um técnico: é, também, uma criança colocada à frente de fenômenos naturais que impressionam como se fossem um conto de fadas" (Marie Curie).
É PRECISO REVER A CONCESSÃO DA BR-364
Só esclarecendo: como um liberal assumido sou completamente a favor da liberdade de iniciativa e de negócios, inclusive é verdade que defendi várias vezes a privatização. Mas, privatizações feitas em determinadas áreas e com critérios. Não é o caso da concessão da BR-364 que considero muito desequilibrada e nociva para toda a região. O principal argumento contra, para mim, não se trata nem mesmo do fato inconteste, e nebuloso, de que se trata de uma concessão às avessas, pois primeiro se arrecada para somente depois investir, mas sim que Rondônia, seja pela grande migração que recebeu, seja pelos problemas de desorganização que enfrentou com a realização simultânea de duas grandes usinas, em Porto Velho, para fornecer energia ao país, deve receber, no mínimo, o mesmo tratamento que tiveram outros estados, qual seja de receber do governo federal sua estrutura básica. E aqui incluo tanto a duplicação da BR-364 como a implantação de uma ferrovia entre Porto Velho/Sapezal para escoamento da soja. Agora impor aos habitantes de Acre, Rondônia e Amazonas o pedágio mais alto do país sem alternativa não pode receber senão o bordão de Boris Casoy: “É uma vergonha!”. E é uma vergonha para todos os nossos políticos que muito pouco se manifestaram contra esta imposição que tem um efeito dominó de inflação e custos sobre toda a Amazônia Ocidental.
8ª EDIÇÃO DO PAPO DE BOTEQUIM
O Carlinhos Maracanã, um agitador cultural sempre ativo, nos convidando para no dia 8 de março (domingo) participar da 8ª edição especial do Papo de Botequim, que será realizada às 12 horas, no Paraíso da Rica, rua Apolo, 3392, no bairro Flodoaldo Pontes Pinto. Aliás, além de música, cerveja gelada e bom papo também se pode aproveitar e comer uma bela feijoada, pelo módico preço de R$ 30,00, para comemorar o Dia Internacional da Mulher.
O QUE OS ALUNOS DE RONDÔNIA ESPERAM DAS ESCOLAS
Cerca de 5,2 mil estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental, de 6º a 9º ano no estado de Rondônia, elegeram as aulas práticas como a principal característica da escola que desejam. No 6º e 7º anos, atividades esportivas e com tecnologia e mídias digitais empatam na liderança, com 40% cada. Aulas práticas, com projetos e “mão na massa”, aparecem logo atrás, com 38%. Entre os do 8º e 9º anos, as aulas práticas assumem a primeira posição isolada, citadas por 43% - um aumento expressivo em relação aos mais novos. Atividades com tecnologia seguem fortes (40%) e esportes mantêm 37%. Estes números revelam a preferência por experiências ativas, em que o estudante seja o protagonista do aprendizado, use ferramentas digitais e se movimente, em vez de apenas receber informações. Os dados são parte da pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com Itaú Social, Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação) e Undime (União dos Dirigentes Municipais de Educação). Para Patricia Mota Guedes, superintendente do Itaú Social, “As vozes dos adolescentes de Rondônia são um chamado para construirmos escolas que respondam às suas necessidades e aspirações. Esses resultados nos mostram que, ao ouvirmos, podemos criar políticas educacionais mais conectadas a essa fase do desenvolvimento humano e à realidade local”.
O SIGNIFCADO DAS ESCOLAS
O mesmo levantamento indica ainda que para os estudantes do 6º e 7º anos, a escola é, sobretudo, um espaço de relações afetivas e acolhimento. Oito em cada dez (84%) afirmam ter amigos ou amigas com quem gostam de estar, enquanto 76% contam com pelo menos um adulto de confiança na escola. Outros 73% sentem que os profissionais respeitam e valorizam os estudantes. Já entre os do 8º e 9º anos, o foco muda ligeiramente: 85% destacam a importância dos amigos-o índice mais alto do grupo-, todavia, também as preocupações com o futuro. 72% por cento sentem que a escola os prepara para escolhas importantes (ensino médio, faculdade, trabalho ou carreira) e 70% percebem que ampliam os conhecimentos das disciplinas. Esta transição reflete uma maior atenção dos mais velhos ao papel da escola como ponte para o futuro.
PRORROGAÇÃO DO REFAZ ICMS É APROVADA
Na última terça-feira (3), a Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia aprovou o Projeto de Lei 1269/2026, que prorroga o prazo de adesão ao Programa de Recuperação de Créditos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da Fazenda Pública Estadual (Refaz ICMS). Com a prorrogação do programa, instituído pela Lei 6.150, de 8 de setembro de 2025, os contribuintes continuam a poder regularizar débitos relacionados ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) junto ao Estado. Com a medida, o governo estadual espera incentivar a quitação ou renegociação de débitos tributários, fortalecendo a arrecadação e contribuindo para o equilíbrio das contas públicas. O projeto agora segue agora para sanção do Poder Executivo.
INVESTIMENTOS EMPUBLICIDADE CRESCERAM QUATRO VEZES MAIS QUE O PIB EM 2025
No ano passado o país experimentou uma expansão dos investimentos publicitários mesmo após um 2024 marcado por grandes eventos midiáticos, como os Jogos Olímpicos de Paris, e pelo calendário eleitoral. Nos estados da Região Norte houve um investimento de R$ 309 milhões em mídia durante o ano de 2025, de acordo com o painel Cenp-Meios, divulgado pelo Cenp, Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário. A região teve uma participação de 1% do valor nacional, que foi de R$ 28,9 bilhões - um crescimento de 10% sobre o ano anterior, em desempenho quatro vezes melhor que o PIB nacional de 2,3%. O painel, que reúne dados de 330 agências no Brasil (258 matrizes e 72 filiais), é o demonstrativo do faturamento dos Pedidos de Inserção (PIs) efetivamente veiculados e consolidados por meio, período, estado e região. As veiculações nacionais responderam por 68% do total investido. As realizadas na região Sudeste concentraram 19,4%, seguidas por Nordeste (4,5%), Sul (4%) e Centro-Oeste (2,9%).
