
E muitos pensam que se trata de novidade. Isto é coisa antiga! “No Brasil as coisas acontecem, mas depois, com um simples desmentido deixam de acontecer” (Stanislaw Ponte Preta).
FESTIVAL TECNOGAME BRASIL 2026 ACONTECE NO VILA PRIVILEGE
Neste final de semana (sábado e domingo, 21 e 22) acontece o Festival Tecnogame Brasil 2026, em Porto Velho, um circuito que integra tecnologia, inovação e empreendedorismo, reúne startups, profissionais e entusiastas da transformação digital e, sem dúvida, movimenta a economia local. O diretor de Desenvolvimento da Agência de Regulação e Desenvolvimento do município, Valdir Vargas, ressalta que o Tecnogame além de promover experiências ligadas ao mundo digital e à economia criativa, representa um passo estratégico para o desenvolvimento econômico de Porto Velho, na medida em que fortalece a qualificação profissional e a geração de novos negócios. O sucesso já se encontra garantido pela ampla repercussão, tanto em Rondônia quanto nos estados vizinhos. Serão centenas de visitantes a Porto Velho, movimentando o turismo e aquecendo o comércio. Para Vargas, “Essa afluência impulsiona a economia local, especialmente nos setores de alimentação, hotelaria e turismo. Durante o festival, os visitantes têm a oportunidade de, simultaneamente, desfrutar da feira e contribuir para a movimentação econômica de Porto Velho”, afirmou. Na avaliação de Valdir Vargas, esta dinâmica impulsiona a economia e coloca em evidência a importância do desenvolvimento econômico promovido pelo festival. O fato também é que deixou muitas pessoas frustradas porque sendo realizado no Vila Previlege (antigo Talismã) a procura foi muito maior do que a oferta, daí até está tendo um câmbio negro dos ingressos (venda de pessoas que preferem grana aos mais interessados).
RONDÔNIA SUPERA 160 MIL ATOS DIGITAIS REALIZADOS
A plataforma e-Notariado, sistema digital oficial dos Cartórios de Notas brasileiros, ultrapassou a marca de 10 milhões de atos notariais pela internet no país. O número engloba a digitalização de escrituras, procurações, inventários, testamentos e divórcios, que são feitos à distância com validade jurídica. Em Rondônia, são mais de 160 mil atos realizados. Em dezembro de 2025 foi registrado o maior volume mensal da história do sistema, com 5.696 atos digitais realizados no estado. Mais de 24 mil escrituras digitais e 15 mil procurações eletrônicas já foram formalizadas no estado. O sistema também disponibiliza serviços exclusivamente digitais, como a Autorização Eletrônica de Viagem (AEV), a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (AEDO), o e-Not Provas, e o e-Not Assina, sistema de assinaturas digitais com validade jurídica, além de testamentos online. Para o presidente do Colégio Notarial do Brasil -Seção Rondônia (CNB/RO), Arijoel Cavalcante, “O avanço do e-Notariado em Rondônia reforça a capacidade dos Cartórios de Notas de acompanhar a transformação digital da sociedade. A digitalização dos atos mantém a tradição de segurança jurídica da atividade notarial, ao mesmo tempo em que oferece mais praticidade para cidadãos e empresas”.
SISTEMA DO COMÉRCIO PLANEJA REALIZAR A SEMANA S EM MAIO
O Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/Instituto Fecomércio Rondônia vai realizar nos dias 15 e 16 de maio, a Semana S do Comércio 2026, uma iniciativa nacional da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A programação contará com diversas atividades gratuitas voltadas à população, empresários e trabalhadores do comércio Em 2025, mais de 1 milhão de pessoas participaram da Semana S em todo país. Durante o evento, o Senac realizou 251 mil atendimentos a empreendedores e o Sesc arrecadou 121 toneladas de alimentos, destinados a instituições sociais por meio do projeto Sesc Mesa Brasil. Para 2026, a expectativa é ampliar ainda mais o alcance da iniciativa. Segundo o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “Nossa missão é mostrar à população a importância da atuação dos braços sociais mantidos pelos empresários do setor terciário. É uma maneira de reafirmar que o Sesc e o Senac são um patrimônio do brasileiro, entregando ferramentas reais para que as pessoas possam ter mais qualidade de vida e transformar suas trajetórias profissionais”, afirma. Em Rondônia, em 2025, a Semana S do Comércio contou com um público de quase 13 mil pessoas, cerca de 40 mil atendimentos realizados por meio do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, meia tonelada de alimentos arrecadados pelo projeto Sesc Mesa Brasil e 1.500 unidades de doações diversas. O presidente do Sistema Fecomércio Rondônia, Raniery Araújo Coêlho, destaca o papel estratégico da ação no estado, “O Sistema Fecomércio trabalha para fortalecer o comércio de bens, serviços e turismo e, ao mesmo tempo, gerar oportunidades para o trabalhador do comércio e a população em geral. A Semana S é um momento de mostrar à sociedade a dimensão dos serviços ofertados e conhecimentos que contribuem diretamente para o desenvolvimento do nosso Estado de Rondônia”.
REDUÇÃO DE IMPOSTOS SOBRE OS COMBUSTÍVEIS
O pedido foi feito e é, de fato, um endosso ao pedido feito pelo governo federal a todos os estados, pela Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), em conjunto com a FAPERON, a APROSOJA, a APRON e o CREA, ao governador Marcos Rocha solicitando a redução temporária do valor do ICMS incidente sobre o óleo diesel, de R$ 1,17 para R$ 0,58, bem como zerar o ICMS sobre a importação do produto pelo período de 90 dias. É possível que, conforme a expectativa das entidades, isto aconteça. Afinal tudo pode acontecer, porém o governo estadual, que tem seus próprios problemas de caixa, possui nos impostos sobre combustível uma de suas principais fontes cerca de 15% de sua receita de ICMS. E, como ocorre com todos os demais estados, se trata de recursos essenciais para manutenção de suas atividades. Com certeza, tecnicamente, pelo menos a Secretária de Finanças será contra. E, numa análise isenta, não será isto que impedirá o aumento dos preços dos combustíveis.
UMA DECISÃO NITIDAMENTE POLÍTICA
Os bancos centrais dos principais países, o denominado G4 dos bancos centrais (Federal Reserve, Banco do Japão, Banco da Inglaterra e Banco Central Europeu) nas suas decisões de política monetária- mesmo sem elevar os juros- adotou a prudência de não cortar juros e de adotar um tom mais duro sobre o cenário econômico. e, embora nenhum deles tenha elevado os juros, o tom adotado foi claramente mais duro. Não é para menos: a guerra no Irã e a alta da energia começaram a contaminar as expectativas inflacionárias e tornar improvável qualquer flexibilização monetária. Menos no Brasil. E a leitura dos analistas do mercado é precisa: uma decisão política com um viés claramente eleitoral, principalmente por ter sido unanime. Na opinião dos especialistas o corte, embora agrade ao governo, não muda substancialmente o cenário.
