Na rotina de quem vive nos bairros da zona norte de Porto Velho, a diferença já pode ser percebida nas ruas mais limpas e na redução de pontos críticos de acúmulo de lixo. Mais do que uma questão estética, o trabalho de recolhimento de resíduos tem impacto direto na saúde pública, na prevenção de alagamentos e na qualidade de vida da população local.
De acordo com dados do Limpômetro, entre 2025 e os primeiros meses de 2026, foram retiradas 16.060 toneladas de resíduos na região. Somente neste ano, já são 2.385 toneladas recolhidas, números que demonstram a continuidade e a intensidade das ações realizadas pelas equipes municipais.
Cada tonelada retirada representa menos risco de proliferação de doenças e mais segurança para os moradores, principalmente durante o inverno amazônico, período em que o acúmulo de sujeira compromete o escoamento da água. Os serviços abrangem vias públicas, terrenos baldios e áreas consideradas críticas, seguindo cronogramas definidos e demandas emergenciais.
O secretário municipal de Infraestrutura, Thiago Cantanhede, destaca que o volume de material retirado reflete o planejamento estratégico. “Nosso objetivo é manter a cidade limpa e evitar problemas como alagamentos. É um trabalho diário que exige organização e presença constante nos bairros”, afirmou.
Apesar do esforço das equipes, o descarte irregular de lixo ainda é um dos principais desafios. O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, reforçou que a participação dos moradores é essencial para resultados duradouros. “Estamos avançando no cuidado com a cidade, mas é fundamental que a população faça sua parte, descartando corretamente os resíduos. É um trabalho conjunto que beneficia a todos”, concluiu.
Redação Diário O Norte
Com informações da SECOM/PVH
