
Sem o contraditório só existe farsa. “A liberdade de opinião é uma farsa se a informação sobre os fatos não é garantida” (Hannah Arendt).
EVENTO DA UNINASSAU EM VILHENA AUMENTA OPORTUNIDADES DE EMPREGO
Para encurtar a distância entre quem procura uma oportunidade e quem está contratando, a UNINASSAU Vilhena realiza, neste 7 de maio, a partir das 17h, a Feira de Trabalhabilidade 2026, um evento gratuito, que reúne empresas de diferentes setores da economia, oferecendo um ambiente para entrega de currículos, networking e aproximação com o mercado de trabalho. A iniciativa proporciona aos participantes a oportunidade de entregar currículos, ampliar o networking e conhecer de perto as áreas de atuação de grandes nomes do mercado regional. Entre os destaques do agronegócio e maquinário estão Amaggi, John Deere (máquinas agrícolas) e Grupo Masutti, referências do setor. No segmento automotivo e de transportes, participam a Nissey Motors (Toyota), Nissey Caminhões e Megacar; na área de tecnologia e telecomunicações, estarão presentes Internet 5.8 e ViP Internet, com foco em conectividade e infraestrutura de redes. No setor de educação e desenvolvimento o SENAC, SEST SENAT e SEBRAE, que atuam na qualificação técnica e apoio ao empreendedorismo. O varejo e o atacado também marcam presença com empresas como Atacadão, Lojas Americanas e Friron. Mais de 20 empresas estão confirmadas ou em fase de negociação, o que deve gerar dezenas de oportunidades para o público participante. O diretor da UNINASSAU Vilhena, Gustavo Gastardelli, afirma que “A Feira de Trabalhabilidade é uma iniciativa que aproxima talentos das demandas reais do mercado. Nosso compromisso é criar oportunidades concretas para que os participantes possam se inserir ou se reposicionar profissionalmente, além de fortalecer a economia local por meio dessa conexão direta com as empresas”.
RONDÔNIA, ÚNICO ESTADO FORA DO PROGRAMA DE SUBSÍDIO
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, lamentou a ausência de Rondônia no programa de subsídio ao óleo diesel. Segundo ele, 25 estados e o Distrito Federal formalizaram a participação na iniciativa desenhada menos o estado que não aderiu. A Medida Provisória estabelece uma divisão de custos entre a União e os governos estaduais para viabilizar o desconto de R$ 1,20 por litro do combustível. Pelo acordo, cada ente federativo deve arcar com R$ 0,60 do valor total por meio da redução do ICMS. O programa tem vigência prevista até o dia 31 de maio e pode ser prorrogado por mais dois meses caso persista a volatilidade no cenário geopolítico global. O custo estimado da operação atinge R$ 4 bilhões e busca mitigar os impactos econômicos dos conflitos entre Estados Unidos e Irã. O governo estadual não deu explicações por qual razão, mas por seu comportamento anterior, suspeito, que se trata mesmo de uma questão de equilíbrio das contas públicas. E estranho é que os outros estados tenham entrado neste acordo onde o governo federal entra com 50% e o estado com 50%. Para muitos especialistas é um erro aceitar esta proporção na medida que, embora beneficie os consumidores, a política errada do governo federal em relação aos combustíveis foi que ocasionou esta necessidade.
EMPRESÁRIOS PREVEEM TEMPOS MAIS DIFÍCEIS
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou uma queda de 1% em abril, na comparação com março. O indicador, que atingiu 105,6 pontos, interrompe uma trajetória recente de recuperação e reflete um ambiente de maior cautela no setor varejista nacional. O recuo se verificou principalmente pela deterioração das expectativas para os próximos meses, que caíram 2,3%. Segundo a análise da CNC, o otimismo do empresariado foi impactado por fatores geopolíticos e domésticos. As tensões entre EUA e Irã, que elevaram o preço do petróleo e as incertezas sobre a inflação e o ritmo da política monetária. Não é uma boa notícia para o governo, principalmente quando a revista Veja publica uma nova pesquisa eleitoral da Meio/Ideia, nesta quarta-feira, 6, que indica que a reprovação ao governo vem crescendo e que 53% da população desaprova o governo Lula. E, com os preços dos combustíveis subindo é muito improvável que se consiga reverter o fato de 38% consideram o governo péssimo.
REAJUSTES DOS PLANOS DE SAÚDE ACIMA DA INFLAÇÃO PRESSIONAM BENEFICIÁRIOS
As estimativas são de que os planos de saúde coletivos devem registrar reajustes de até 10% em 2026. Como as projeções Boletim Focus, do Banco Central, estima que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 4,8% ao fim de 2026, o reajuste permanece acima da inflação projetada, o que mantém a pressão sobre empresas e beneficiários. É verdade que fatores estruturais, como a inflação médica, impulsionada pelo custo de medicamentos, equipamentos e novas tecnologias, além da maior uso dos serviços, influenciam na dinâmica dos preços, mas o problema é que o usuários também não conseguem aumentar sua renda na mesma proporção dos reajustes. No frigir dos ovos o cenário exige atenção redobrada dos consumidores, sobretudo nos contratos coletivos, que não possuem teto de reajuste definido por órgão regulador. O beneficiário precisa ver de perto as condições do contrato e questionar aumentos que não justificados. Mesmo nos planos coletivos, há limites legais e critérios técnicos que precisam ser respeitados. A grande questão é a de que as mudanças contratuais não podem comprometer o acesso efetivo ao atendimento.
