Eu nem me lembro de ter topado com alguém desta espécie. “Não confio em pessoas éticas. Quando encontro uma delas na rua, atravesso para o outro lado” (Luiz Felipe Pondé).
EXPORTAÇÕES DE RONDÔNIA ALCANÇARAM US$ 3 BILHÕES EM 2025
A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), com base em dados do Comércio Exterior Brasileiro: Comex Stat. Divulgando que Rondônia registrou o maior volume de exportações e de valor com os US$ 3.009.507.716 bilhões alcançados em 2025. Também o estado saltou de 41 países como destinos, em 2000, para 109 países em 2025. Aumentaram também os tipos de produtos exportados que, em 2000, foram 60 produtos passando para 362 em 2025.E as perspectivas para 2026 são melhores aindas, pois, no período de janeiro a abril, as exportações do estado já somam mais de US$ 1.3 bilhão para 88 destinos, contemplando 170 produtos. O sucesso das exportações do estado é muito expressivo e é tema da 13ª Rondônia Rural Show Internacional, que está acontecendo até o dia 30 de maio, em Ji-Paraná.
BANCO DA AMAZÔNIA NA 13ª RONDÔNIA RURAL SHOW INTERNACIONAL
O Banco da Amazônia anunciou que terá um espaço oferecer linha de crédito e produtos que apoiem clientes de todos os portes, com especial atenção aos micro e pequenos produtores. Assim será o estande do Banco da Amazônia durante a 13ª Rondônia Rural Show internacional, aberta nesta segunda-feira, 25, no município de Ji-Paraná, no coração do estado. O gerente executivo do Banco da Amazônia, Guido Bianchi, afirmou que “Nós temos, este ano, para aplicar em Rondônia, aproximadamente R$ 2 bilhões – e esperamos que aqui da feira saia boa parte desse recurso”, pontua, reforçando que, além das condições de crédito, existem outros produtos atrativos voltados para os clientes.
REFORMA TRIBUTÁRIA JÁ ENCARECE TERCEIRIZAÇÃO
A reforma tributária começa a produzir efeitos práticos no ambiente empresarial. Há um sensível movimento de reprecificação dos contratos de terceirização. Em um cenário de transição entre regimes, a falta de clareza sobre a carga tributária tem levado empresas prestadoras de serviço a revisar margens e condições comerciais. A substituição de tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS por novos modelos, como a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), altera a lógica de incidência e aproveitamento de créditos, especialmente no setor de serviços, historicamente mais onerado e com menor capacidade de compensação tributária. Este movimento ocorre em um contexto em que a terceirização ocupa papel central na estrutura de custos das empresas. Em setores como varejo, indústria, logística e gestão imobiliária, serviços terceirizados representam, em média, entre 20% e 30% das despesas operacionais, podendo superar esse patamar em operações intensivas em mão de obra. Prestadoras de serviço, especialmente nas áreas de facilities, segurança, limpeza e manutenção, estão sendo obrigadas a recalcular suas estruturas de custo, pressionadas pela possível alteração na carga tributária e necessidade de preservar margens em um ambiente de baixa previsibilidade.
PROCESSOS NA JUSTIÇA PODEM DEMORAR ANOS
A EasyJur, software jurídico especializado em gestão processual, realizou um estudo da duração de processos no Brasil constatando que pode variar drasticamente conforme a área do Direito, chegando a 76,7 meses em média nos casos de Contratos e Compliance, ou seja, mais de seis anos. Na outra ponta, ações previdenciárias registram uma média de 25,6 meses. A análise foi feita em mais de 2 milhões de processos históricos da plataforma, considerando apenas casos encerrados e com dados válidos de tramitação.
Os dados mostram que áreas mais complexas e com maior valor envolvido tendem a concentrar os processos mais longos. Segundo Vinicius Marques, CEO da EasyJur, a diferença reflete não apenas a natureza jurídica das ações, mas o comportamento das partes ao longo do processo. “Quando há mais valor em disputa, aumenta o incentivo para recorrer e prolongar a discussão. Isso impacta diretamente o tempo médio e torna algumas áreas estruturalmente mais demoradas”, explica.
NR-1, UM NOVO RISCO QUE AS EMPRESAS ARCAM SEM NECESSARIAMENTE SEREM RESPONSÁVEIS
As mudanças da NR-1 preocupam, impactam as empresas e geram discussões. O grande problema começa pelo fato de riscos psicossociais no ambiente de trabalho estarem muito associados à vida financeira dos funcionários. Agora imagine isto num país, onde, segundo dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, a Peic, da CNC, mais de 80% das famílias brasileiras estão endividadas. Se, em média, cerca de 30% da renda familiar está comprometida com dívidas o problema mental começa antes da jornada profissional, na pressão financeira acumulada fora dele. E a ironia é que um dos setores que será mais pressionado, sem dúvida, será o mercado financeiro, historicamente moldado por ambientes de pressão elevada, meritocracia extrema e disponibilidade permanente.
ECONOMIA PRATEADA MOVIMENTOU R$ 2 TRILHÕES EM 2025
A consultoria Data8 realizou um estudo sobre o público com mais de 50 anos que, em 2025, movimento cerca de R$ 2 trilhões por ano, o equivalente a 25% de todo o consumo das famílias. Esta faixa de público, denominada Economia Prateada, com o aumento da longevidade e pelas mudanças demográficas, se consolida como uma das principais forças do mercado, embora a maioria das empresas ainda trate este público como secundário. Isto, malgrado o consumidor 50+ se destacar pelo comportamento. Trata-se de um público mais fiel às marcas, mais criterioso nas escolhas e cada vez mais digital, características que desafiam estereótipos e exigem uma revisão das estratégias de comunicação, produto e experiência. Para Mórris Litvak, fundador e CEO da Maturi, empresa focada em longevidade e diversidade etária, “O erro está em olhar para esse público como nicho. Na prática, estamos falando de escala e recorrência de consumo. Enquanto o mercado disputa atenção no curto prazo, existe um crescimento consistente acontecendo na base da pirâmide etária”. Hoje, mais de 50 milhões de brasileiros têm 50 anos ou mais e influenciam diretamente decisões de compra em praticamente todos os setores, de saúde e beleza a turismo e serviços financeiros. Ainda assim, poucas marcas desenvolveram estratégias consistentes para dialogar com este público de forma relevante.
