O plano de modernização da infraestrutura e sustentabilidade urbana da capital avançou com o início das obras do terceiro jardim de chuva, localizado na rua Cipriano Gurgel, no bairro Industrial, zona Norte. O projeto integra um conjunto de intervenções estratégicas que unem engenharia de drenagem urbana, reaproveitamento de águas pluviais e paisagismo, com o objetivo de mitigar os pontos históricos de alagamento e promover a requalificação dos espaços públicos de Porto Velho.
A execução do cronograma técnico é conduzida pela equipe de Arquitetura da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). O setor tem intensificado os levantamentos de campo e mapeado os perímetros prioritários da cidade com base no histórico de saturação do solo e grande volume de escoamento superficial verificado durante as precipitações sazonais.
Tecnologia sustentável e engenharia de absorção
Os jardins de chuva atuam como bacias de infiltração naturais e estruturadas. O fluxo das enxurradas é desviado das vias públicas e direcionado para essas áreas escavadas e preenchidas com camadas filtrantes específicas. Cada unidade projetada possui uma capacidade estimada para reter e absorver até 20 mil litros de água por ciclo de chuva, aliviando a carga sobre as redes de manilhas e galerias convencionais da capital.
Para garantir a eficiência técnica da drenagem, a estrutura interna é composta por camadas sobrepostas que aceleram a percolação da água sem comprometer a estabilidade do terreno. O sistema utiliza pedra rachão na base, seguido por brita, manta geotêxtil de separação (bidim) e uma camada superior de solo rico em matéria orgânica, preparado especificamente para o desenvolvimento da vegetação.
Paisagismo urbano e otimização de recursos municipais
Além do benefício estrutural no combate às cheias pontuais, o projeto transforma canteiros e calçadas antes subutilizados ou degradados em áreas verdes integradas ao cenário urbano. Após a finalização da engenharia civil, o lote recebe intervenção paisagística com plantas ornamentais e espécies vegetais de alta absorção hídrica, melhorando o microclima e o aspecto visual do bairro Industrial.
O prefeito Léo Moraes enfatizou que o modelo adota o conceito de soluções baseadas na natureza para modernizar a cidade. “Estamos investindo em soluções inteligentes para reduzir impactos causados pelas chuvas e, ao mesmo tempo, transformar os espaços urbanos em ambientes mais organizados, bonitos e funcionais para a população”, apontou o chefe do Executivo.
Toda a execução física e o fornecimento dos insumos são realizados por administração direta, conforme detalhado pelo secretário executivo de Limpeza Urbana, Giovanni Marini. “Todo o serviço tem sido executado com mão de obra própria e insumos do município, permitindo que as equipes atuem diretamente desde o planejamento até a entrega dos espaços”, explicou. A meta institucional estabelecida pela prefeitura prevê a implantação progressiva de 20 jardins de chuva em pontos críticos da malha urbana de Porto Velho.
Redação Diário O Norte
Toda a execução física e o fornecimento dos insumos são realizados por administração direta, conforme detalhado pelo secretário executivo de Limpeza Urbana, Giovanni Marini. “Todo o serviço tem sido executado com mão de obra própria e insumos do município, permitindo que as equipes atuem diretamente desde o planejamento até a entrega dos espaços”, explicou. A meta institucional estabelecida pela prefeitura prevê a implantação progressiva de 20 jardins de chuva em pontos críticos da malha urbana de Porto Velho.
Redação Diário O Norte
Com informações da SECOM/PVH
