
Sempre tive este sentimento. “Só consegui pensar a gente está hoje aqui, amanhã se foi” (Andy Warhol).
EXPORTANDO MAIS RONDÔNIA NO 1º SEMESTRE TEM SALDO MENOR
Segundo o Observatório da Indústria de Rondônia, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), a balança comercial de Rondônia, com um superávit de US$ 560,6 milhões, derivado de que exportou de janeiro a junho US$ 2,1 bilhões e importou US$ 1,5 bilhão, superou o desempenho do mesmo período de 2025, quando o estado havia exportado US$ 1,76 bilhão e importado US$ 871,4 milhões. o volume e a movimentação das transações comerciais cresceram muito mais i em 2026, embora o saldo positivo do ano anterior tenha sido nominalmente maior, de US$ 890,6 milhões. A soja, no acumulado, atingiu US$ 1 bilhão (50%) e a carne soma US$ 873,2 milhões (42,3%), totalizando 91,3% dos embarques. Isto demonstra que a pauta do comércio exterior rondoniense continua muito dependente de duas cadeias principais. Em junho de 2026 estes dois produtos, responderam, sozinhos, por 88,9% de tudo o que o estado vendeu ao exterior, registrando faturamento de US$ 165,1 milhões (carne) e US$ 129,3 milhões (soja), respectivamente. Neste mesmo mês, Rondônia registrou US$ 331,9 milhões em exportações, US$ 266,6 milhões em importações e superávit de US$ 65,4 milhões. Nas importações de junho, os destaques foram laminados de ferro ou aço (US$ 35,3 milhões), adubos (US$ 29,4 milhões), leite e laticínios (US$ 19,2 milhões), aeronaves e outros equipamentos (US$ 12,6 milhões) e legumes, raízes e tubérculos (US$ 8 milhões). No acumulado do ano, as compras externas totalizaram foram lideradas por adubos (US$ 249,4 milhões), leite e laticínios (US$ 147,1 milhão), produtos laminados de ferro ou aço (US$ 144,8 milhões), pneus de borracha (US$ 46,5 milhões) e geradores elétricos (US$ 46,1 milhões).
I FÓRUM AMAZÔNICO DE PESCA ESPORTIVA DE PORTO VELHO
A Prefeitura de Porto Velho anunciando que estão abertas as inscrições para o I Fórum Amazônico de Pesca Esportiva de Porto Velho, evento que reunirá especialistas, empresários, operadores do turismo, pescadores esportivos, estudantes e interessados para discutir o potencial da pesca esportiva no desenvolvimento econômico e fortalecimento do turismo. O encontro será no dia 17 de julho, às 14h30, no Teatro Banzeiros, com inscrições gratuitas.Promovido pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel), o fórum tem como objetivo consolidar o município como referência nacional em pesca esportiva incentivando a atividade e fortalecendo toda a cadeia produtiva do turismo.
21ª MOSTRA DE ARTESANATO E ECONOMIA SOLIDÁRIA DE PARINTINS
Divulgado que a 21ª Mostra de Artesanato e Economia Solidária do 59º Festival Folclórico de Parintins encerrou sua edição de 2026 com um volume recorde de vendas de R$ 2,85 milhões com a comercialização de 49.307 produtos, superando em cerca de 24% o resultado financeiro de 2025. Realizada de 24 a 28 de junho, no Turistódromo, na Praça da Catedral, a mostra promovida pela Secretaria Executiva do Trabalho e Empreendedorismo (Setemp) com produtos de artesãos cadastrados no Programa do Artesanato Amazonense e por empreendedores cadastrados no Programa Economia Popular e Solidária do Amazonas a exposição reuniu peças inspiradas na cultura amazônica e nos bois Caprichoso e Garantido, biojoias, acessórios, utensílios domésticos, artigos de decoração, vestuário e produtos alimentícios artesanais.
NEM A COPA, NEM AS FESTAS JUNINAS EVITARAM A QUEDA DO VAREJO
A movimentação com a Copa do Mundo e festas juninas não impediram o varejo brasileiro de voltar a registrar, pelo segundo mês consecutivo, o pior desempenho para o período desde a pandemia, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Em junho, as vendas caíram -2,8% em termos reais na comparação com o mesmo mês de 2025. É o pior resultado do mês desde 2020, quando as lojas físicas fecharam por causa da pandemia de coronavírus, mesmo assim não houve uma retração tão grande quanto a registrada no mês passado. O resultado sucede a retração de -3,4% observada em maio, também o pior desempenho para aquele mês desde 2020. No acumulado do primeiro semestre, o ICVA registrou uma queda real de -2,2%. O resultado deflacionado também representa uma piora em relação ao 1º semestre de 2025, quando o índice havia recuado 0,7%.
RANKING DOS 10 CARROS ZERO MAIS VENDIDOS NO 1º SEMESTRE
O mercado automobilístico brasileiro, segundo a consultoria K.Lume, registrou 259.760 emplacamentos em junho, uma expansão expressiva de 28,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Embora o volume denote uma sutil retração de 1,3% frente a maio (quando 263.138 veículos foram vendidos), o balanço dos primeiros seis meses do ano é altamente positivo: foram 1.356.225 unidades comercializadas, um salto de 19,9% sobre o 1º semestre de 2025. A Fiat Strada segue como o veículo mais vendido do Brasil, com 14.303 registros. A grande novidade do mês ficou por conta da Volkswagen. O SUV T-Cross ultrapassou o Polo e assumiu o posto de carro de passeio e utilitário esportivo mais vendido do país, com 11.753 unidades. Com este resultado, o modelo ficou a apenas 2.550 emplacamentos da liderança geral. O hatch VW Polo completou o pódio na terceira colocação, com 10.939 licenciamentos. Seguindo o ranking dos mais vendidos em 4º) Fiat Argo: 9.381 unidades; 5º) Volkswagen Tera: 9.289 unidades; 6º) Chevrolet Onix: 7.972 unidades;7º) Hyundai HB20: 6.914 unidades; 8º) BYD Dolphin Mini: 6.457 unidades;9º) Hyundai Creta: 5.533 unidades e 10º) BYD Dolphin: 5.512 unidades.
