
E assuma os riscos, pois tudo tem dois lados. “Se você quer ser fascinante seja imprevisível” (Leo Buscaglia).
SEMANA S DO COMÉRCIO EM PORTO VELHO SERÁ NO VILLA PRIVILEGE
O Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/Instituto Fecomércio Rondônia vai realizar, nos dias 15 e 16 de maio, em Porto Velho, a Semana S do Comércio 2026, iniciativa nacional da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Semana S do Comércio em Rondônia será na Villa Privilege (antiga Talismã 21), em Porto Velho, nos dias 15 e 16 de maio. A programação do primeiro dia será dedicada ao empresariado. No dia 16 de maio a programação será aberta ao público, com entrada gratuita e solidária. A população poderá contribuir com a doação de alimentos não perecíveis, que serão destinados a instituições sociais por meio do Sesc Mesa Brasil. O evento contará com uma ampla estrutura de serviços, atendimentos e atividades. O presidente do Sistema Fecomércio Rondônia, Raniery Araújo Coêlho, destaca o papel estratégico da ação no estado. “O Sistema Fecomércio trabalha diariamente para fortalecer o comércio de bens, serviços e turismo e, ao mesmo tempo, gerar oportunidades para o trabalhador e a população em geral. A Semana S é um momento de mostrar à sociedade a dimensão dos serviços ofertados e conhecimentos que contribuem diretamente para o desenvolvimento de Rondônia”. As inscrições são gratuitas e solidárias, com vagas limitadas, e devem ser realizadas pelos canais oficiais do Sistema Fecomércio em Rondônia. Para mais informações, acesse os canais institucionais. https://cncsemanasbrasil.facedoor.events/ro.
MAIS IMPOSTOS É SEMPRE MENOS DINHEIRO NA PRAÇA
Segundo o Impostômetro, o Estado de Rondônia recolheu, neste ano, até às 12:00 horas do dia primeiro de maio R$ 6,07 bilhões sendo que somente a capital, Porto Velho, pagou R$ 1,65 bilhão de impostos, o que mostra, em números correntes, um crescimento significativo dos impostos. O Impostômetro foi implantado pela Associação Comercial de São Paulo, em 2005, no centro da capital paulista, para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos melhores. Ele informa, em tempo real, a receita de tributos, taxas e contribuições pagos por contribuintes aos governos federal, estadual e municipal desde o início do ano, incluindo multas, juros e correção monetária. Em termos de Brasil, o Impostômetro de 2026 nos primeiros quatro meses do ano atingiu a marca de R$ 1,39 trilhão. A marca representa uma alta de 2,9% em relação ao mesmo período de 2025, quando foi de R$ 972 bilhões, o que mostra o ritmo de aceleração da arrecadação.
INSTITUTO FUNDO DE GARANTIA DO TRABALHADOR É CONTRA USO DOS RECURSOS PARA O DESENROLA
O governo federal-até por razões eleitorais- anunciou uma nova fase do programa Desenrola com uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar trabalhadores a quitar dívidas. Parece uma bondade, mas, Mario Avelino, presidente do Instituto Fundo de Garantia do Trabalhador, é contrário ao projeto. A razão apontada tem sentido: o governo pretende fazer, na prática, vai retirar recursos do ativo do fundo, que nada mais é do que a poupança do trabalhador para os bancos ganharem mais dinheiro. “Em resumo, é isso. A quem os trabalhadores devem dinheiro? Devem aos bancos, que agora querem receber. E, para isso, recorre-se ao Fundo de Garantia, confiscando a poupança do cidadão. Atitude insana do Governo” diz. Mario afirma que a atitude é equivocada e que, historicamente, o governo tem usado, como se o dinheiro fosse dele. “É inaceitável a ideia de que o dinheiro do Fundo de Garantia pertença ao Estado. Não pertence. Trata-se de uma poupança privada do trabalhador, formada por depósitos feitos pelo empregador, justamente para ser utilizada em momentos de necessidade”. Ele lembrou ainda que Fundo de Garantia foi criado em 13 de setembro de 1966 e, na lei, está lá: ele é um fundo de investimento social em habitação popular, saneamento básico, que é água encanada e esgoto, para evitar problemas de saúde, para que a pessoa compre um imóvel e tenha água encanada, esgoto e infraestrutura urbana. Este é o objetivo do financiamento do fundo: é um financiamento social. Usado para pagar dívidas essas áreas serão comprometidas. E completou “O ativo do Fundo, fechou 2025 com aproximadamente R$ 810 bilhões. Então, a gente não pode deixar que o governo tire com leis a sustentabilidade do Fundo e prejudique milhões de trabalhadores, porque o grande prejudicado com essas medidas é o trabalhador, que é o dono do dinheiro.”
PUBLICADO DECRETO SOBRE IMPOSTO SOBRE BENS E SERVIÇOS
A publicação dos regulamentos da Contribuição Social sobre Bens e Serviços e do Imposto sobre Bens e Serviços na última quarta-feira, 30, representa um avanço decisivo na implantação da Reforma Tributária. As normas, estabelecidas pelo Decreto nº 12.955/2026 e pela Resolução CGIBS nº 6/2026, detalham como os tributos funcionarão orientando o Fisco e os contribuintes. Mesmo 2026 sendo um período de testes, as empresas já precisam se preparar para as mudanças, especialmente diante do prazo para o fim da flexibilização de penalidades, previsto para 1º de agosto. A implementação será gradual, de 2026 a 2032, passando a vigorar completamente em 2033. Serão sete anos de transição, oferecendo tempo para a adaptação ao novo sistema. Em 2023, a Emenda Constitucional nº 132/2023 estabeleceu a base do novo sistema. Depois da fase de regulamentação, iniciada com a Lei Complementar Nº 214/2025, que detalhou as normas gerais do IBS e CBS. Agora, o decreto traz o modelo operacional e prático da reforma, dispondo sobre formato de documentos fiscais, formas de creditamento, obrigações acessórias, regimes especiais, entre outros.
