Não é que ele está certo. “A vida precisa ser mais do que apenas resolver problemas todos os dias. Você precisa acordar e se entusiasmar com o futuro” (Elon Musk).
FÓRUM DO COMÉRCIO DEBATEU INTEGRAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA AMAZÕNIA LEGAL
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amazonas (Fecomércio-AM) promoveu, entre os dias 26 e 28 de julho, do XXXV Fórum de Presidentes das Federações do Comércio da Amazônia Legal. Organizado pelos presidentes de Federações da Amazônia Legal com apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o encontro é sediado pela Fecomércio-AM e contou com atividades em Manaus e Manacapuru. Na ocasião participaram o presidente da CNC, José Roberto Tadros, e o vice-presidente e coordenador do Fórum, Raniery Araújo Coêlho. Considerado um dos principais espaços de articulação institucional do Sistema Comércio na região, o fórum reúne presidentes das Federações do Comércio, lideranças nacionais e representantes do setor empresarial para o debate de pautas estratégicas relacionadas ao desenvolvimento econômico, à integração regional e ao fortalecimento do ambiente de negócios na Amazônia Legal.Também integraram a programação os diretores-gerais dos Departamentos Nacionais do Sesc e do Senac, José Carlos Cirilo e Marcus Fernandes, respectivamente, além dos presidentes das Federações do Comércio dos Estados do Acre, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins. Segundo o presidente Tadros, ““Essas reuniões acontecem há cerca de 30 anos e reúnem, semestralmente, os presidentes das Federações do Comércio dos Estados da Amazônia Legal. O objetivo é defender interesses comuns, fortalecer a integração entre nossas lideranças e debater temas estratégicos para o desenvolvimento da região”.
HAVAN INAUGURA MEGALOJA EM ARIQUEMES
Já em fase final de construção a nova unidade da Havan de Ariquemes, a primeira megaloja na cidade será inaugurada no mesmo dia da abertura da da Expoari 2026, uma das maiores feiras agropecuárias e de rodeio da região Norte, que começa sábado, 1º de agosto e vai até o dia 9 de agosto. Por sinal, a Havan será uma das patrocinadoras da feira de Ariquemes. O apoio ao evento marca a chegada da varejista ao município já se incorporando a um evento tradicional no calendário de Rondônia. A Expoari, que oferece uma programação extensa com cavalgada, exposições, apresentação de animais e grandes shows nacionais, deve reunir milhares de pessoas. A tradicional Estátua da Liberdade já chegou à filial após percorrer mais de três mil quilômetros, de Santa Catarina até Rondônia. A megaloja, com dez mil metros quadrados de área construída, estacionamento gratuito e mais de 350 mil produtos em breve estará atendendo a um dos mais prósperos municípios de nosso Estado.
O GARGALO DE CRESCIMENTO DAS EMPRESAS
O Sebrae informa que o Brasil abriu 2.050.548 pequenos negócios entre janeiro e abril de 2026, uma alta de quase 14% sobre o mesmo período de 2025. Isto que, para muitos, pode parecer um avanço do empreendedorismo não corresponde à realidade. Efetivamente, a grande maioria são de MEIs, microempreendedores, que alimentam o que se denomina de “empreendedorismo forçado”. Por falta de opções precisam empreender para a sobrevivência. É resultado não da melhora da economia, mas das suas dificuldades e incertezas. E este tipo de crescimento possui um grande problema que é o fato de que os empreendedores, em geral, não têm capacitação nem capital. Uma prova disto foi uma pesquisa feita pelo Sebrae Bahia, com cerca de 60 mil donos de negócios entre 5 e 12 de janeiro, ao revelar que 68% dos empresários queriam aumentar o faturamento, 47% pretendiam melhorar a gestão e 38% buscavam elevar o lucro. As áreas em que mais necessitavam de apoio eram vendas, com 66%, e administração, gestão e direção, com 60%. Como, na sua grande maioria, dependem exclusivamente de seu fundador esta centralização também impede um maior crescimento. É o que afirma Ray Gonçalves, consultora de marketing e fundadora da Geração Demanda, consultoria especializada em crescimento empresarial, marketing e vendas, “Uma empresa que depende do dono para tudo cresce no ritmo da agenda dele, não no ritmo do mercado. A centralização pode parecer controle, mas muitas vezes vira o principal freio para vendas, campanhas e decisões comerciais”. Nota com dados da Lara-Visibilidade Estratégica.
MAIS DE 60% DOS IDOSOS DESEJAM TROCAR DE MORADIA
Hoje o Brasil já possui 35 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Este número deve se elevar para 66 milhões até 2050. O poder de compra deste público é avaliado em R$ 1,8 trilhão por ano no Brasil. Até porque 8,5 milhões de brasileiros com 60 anos ou mais continuam economicamente ativos e 17,4% do grupo concentra os 5% maiores rendimentos do país nesta faixa etária. O contraste é que somente 1,3% dos empreendimentos imobiliários no país possuem alguma adaptação para este público, segundo a Mordor Intelligence. É uma contradição evidente: a população envelhece em ritmo acelerado e amplia o seu poder de consumo, enquanto a oferta imobiliária é voltada para um perfil que não representa a principal transformação demográfica do país. Para mapear o tamanho dessa lacuna, a Housi conduziu uma pesquisa proprietária com 1.200 respondentes de abrangência nacional, dos quais 73,7% têm 60 anos ou mais. E como principal resposta encontrou que 63,6% consideram mudar de residência nos próximos cinco anos. Ou seja, praticamente dois em cada três brasileiros 60+ estão abertos a uma mudança de moradia, indicando uma rara janela de oportunidade para o mercado imobiliário. As três principais razões para essa decisão são a dificuldade com a manutenção da casa (36,2%), a sensação de insegurança no bairro (28,4%) e a falta de convivência (20,7%). Segundo o estudo, justamente os fatores que um projeto de senior living pode resolver desde a concepção do empreendimento. A pesquisa também revelou aspreferências concretas: 72,6% querem academia e espaço de fisioterapia no prédio, 75,9% contratariam serviço de limpeza pay-per-use, 62,9% priorizam banheiro com segurança integrada ao design (sem aspecto institucional) e 63,6% escolhem a localização pela conveniência a pé. Outro dado relevante mostra que 75,8% gostariam de participar de atividades voltadas ao público 60+, mas preservando sua independência. Para 62,3%, o cenário ideal combina boa convivência entre vizinhos e autonomia na rotina, indicando que o conceito de senior living está mais associado à longevidade ativa do que à assistência permanente. Nota com dados de Ramona Azevedo de Relationnow.com.
