
Que tudo venha a ser o que deve ser. “Que tudo pesado se torne leve, todo corpo, dançarino, e todo espírito, pássaro” (Nietzsche).
AGORA NÃO: SETOR PRODUTIVO REJEITA FIM APRESSADO DA ESCALA 6X1
Em Rondônia a Fecomércio/RO calcula que a adequação dos setores do comércio, serviços e turismo ao fim da escala 6x1 alcance R$ 2,53 bilhões. Só o setor de serviços, em Rondônia, irá ter uma parcela de R$ 1, 65 bilhões. Já a adequação do comércio em Rondônia devechegar a R$ 875 milhões. Também por conta do frete e de impostos, o aumento dos preços ao consumidor pode chegar a quase 20% (19,3%), o que vai comprimir a margem média de lucro do setor comercial de 10,2% para 4,2% , afetando com mais as pequenas e médias empresas (PMEs). Por isto, e o impacto em nível nacional, o avanço no Senado Federal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), despertou a movimentação da principal entidade representativa do setor terciário brasileiro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e suas 34 federações que lançaram no último fim de semana uma campanha nacional com o lema: “A conta já está alta demais. Mudança das regras do trabalho às vésperas da eleição? Agora não.” É um apelo para os senadores sobre os graves riscos de acelerar uma mudança constitucional rígida sobre a jornada de trabalho em um momento de acentuada fragilidade econômica. O setor produtivo destaca que a economia brasileira já enfrenta condicionantes severos: juros altos, crédito caro e restritivo, endividamento recordes das famílias, inadimplência sem precedentes entre as empresas, desinvestimento e saída de empresas estrangeiras do País. Ao mesmo tempo, o fim da Taxa das Blusinhas, um agravante na concorrência desleal para o varejo nacional, também é avaliado como parte do pacote de aprovações em um período sensível em que interesses políticos atravessam escolhas econômicas. Impor uma elevação abrupta nos custos operacionais- em um setor onde mais de 90% da mão de obra atua no regime 6×1-significa repassar este peso para o consumidor final em forma de inflação, gerando retração de vagas e aumento da informalidade.
SUCESSO DA 2ª AGROTEC É COMEMORADO
A 2ª Edição da Agrotec foi encerrada com mais de R$ 91 milhões em volume de negócios gerados demonstrando a força do agro de nossa capital. Durante os dias de feira, o público compareceu em massa para conferir as novidades do setor e prestigiar a programação. O evento reuniu 259 expositores e atrações, segundo o balanço do secretário Douglas triplicou os negócios em relação à primeira exposição e alcançou um público de mais de 150 mil pessoas, o que mostra o sucesso da feira que contou com estandes de concessionárias de veículos e tratores, maquinário pesado, caminhões e exposição de animais, com destaque para a pecuária bovina.
DESPESAS PONTUAIS APERTAM O ORÇAMENTO DOS CONSUMIDORES DA REGIÃO NORTE
A pesquisa da meutudo (https://meutudo.com.br/), com ouviu 984 entrevistados da região Norte (16% da amostra nacional) revelou que as despesas relacionadas a datas comemorativas impactam o orçamento de famílias. Mais da metade dos consumidores (56%) afirmaram que os gastos com o Dia dos Pais pesaram bastante nas finanças e 44% disseram ter terminado o período um pouco ou muito mais apertados financeiramente. O impacto se dá também pelo enorme envolvimento dos consumidores nortistas com a celebração: 56% fizeram almoço ou reunião em família para comemorar a data, o maior percentual de todas as regiões do país. Só 29% não comemoraram, também a menor taxa nacional. Para Márcio Feitoza, CEO da meutudo, “O dado chama atenção porque mostra o impacto de uma despesa pontual sobre um orçamento que já tem pouca margem. Esse tipo de comportamento ajuda a explicar por que despesas sazonais podem aumentar a demanda por crédito quando não há espaço suficiente na renda para absorvê-las”.
INFLAÇÃO PRESSIONA ORÇAMENTO DOS BRASILEIROS
Um estudo da Consumer Pulse da TransUnion, empresa global de informações e insights, realizado no 2º trimestre deste ano, mostra que 71% dos brasileiros estão otimistas em relação às suas finanças nos próximos 12 meses. Mas, apenas 38% deles afirmam que a renda acompanhou a inflação no último trimestre, enquanto 62% estavam muito preocupados com a alta dos preços. A pressão é mais sentida em itens essenciais, como supermercado (74%), combustível (54%) e contas de consumo (52%), de modo que, para eles, a inflação persistente continua pressionando o orçamento das famílias brasileiras e influenciam suas decisões sobre consumo, dívidas e busca por crédito. É o que mostra o novo Estudo. Para Helena Leite, especialista de mercado da TransUnion Brasil, “O brasileiro mantém o otimismo no longo prazo, mas o dia a dia exige um forte jogo de cintura. A inflação nos itens básicos força o consumidor a cortar o que é considerando como não essencial para equilibrar as contas”. Na prática, o aperto no orçamento tem levado os consumidores a rever prioridades. Quase metade dos entrevistados (49%) reduziu gastos não essenciais nos últimos três meses, como refeições fora de casa e viagens, enquanto 21% cancelaram ou diminuíram serviços digitais.
PROGNÓSTICO PARA O PREÇO DO BITCOIN EM SETEMBRO
O analista da Bitget Wallet, Lacie Zhang, recalculou após o presidente do Fed, Kevin Warsh, sinalizar na sexta-feira (28) que priorizará o combate à inflação, hoje bem acima da meta de 2%, o que leva o mercado a precificar a elevação da taxa de juros na reunião do próximo dia 16, uma margem de variação do Bitcoin. Para ele, em setembro, o cenário-base prevê que o rendimento do título do Tesouro dos EUA de dois anos opere entre 4,30%–4,50%, o de dez anos entre 4,35%–4,60% e o DXY entre 99–102. Para o Bitcoin, isto implica uma faixa-base de US$ 72.000–US$ 82.000, com possibilidade de US$ 68.000–US$ 70.000 caso uma alta de juros seja totalmente precificada e os rendimentos reais subam ainda mais. Um movimento sustentado acima de US$ 82.000 provavelmente exigiria dados mais fracos, retomada das entradas em ETFs e um dólar mais debilitado.
