
Comunicador afirma que recebeu R$ 100 mil do partido e questiona repasse de R$ 1,5 milhão para Joliane Fúria, esposa do candidato ao Governo de Rondônia
O candidato a deputado federal Adilson Honorato apresentou, na tarde da ultima terça-feira, sua renúncia à candidatura à Câmara dos Deputados pelo PSD em Rondônia. A decisão foi acompanhada de críticas à forma como o partido distribuiu os recursos do fundo eleitoral entre os candidatos.
Honorato demonstrou insatisfação principalmente com o repasse de R$ 1,5 milhão para Joliane Fúria, esposa do candidato do PSD ao Governo de Rondônia, Adailton Fúria. Segundo os dados apresentados pelo próprio candidato, o valor corresponde a aproximadamente 10% de toda a verba enviada pelo partido para as campanhas no Estado.
Em contrapartida, Honorato afirma que recebeu apenas R$ 100 mil para sua campanha. Segundo o comunicador, o valor ficou muito abaixo do que havia sido tratado anteriormente com a direção partidária.
A diferença entre os recursos destinados às candidaturas provocou forte reação de Honorato, que decidiu retirar seu nome da disputa.
“Querem subestimar minha inteligência”, afirmou o candidato, demonstrando indignação com a situação.
A renúncia tira Honorato oficialmente da corrida por uma das vagas de Rondônia na Câmara dos Deputados. O episódio ocorre na reta final das eleições e coloca sob evidência a divisão de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) dentro do PSD.
Pelos valores mencionados por Honorato, a diferença é significativa: os R$ 1,5 milhão destinados a Joliane Fúria equivalem a 15 vezes os R$ 100 mil recebidos por ele.
O candidato afirma que existia um compromisso anterior sobre o montante que seria destinado à sua campanha, mas que esse entendimento não teria sido cumprido.
A insatisfação culminou na apresentação da carta de renúncia à candidatura.
Ao tornar pública sua decisão, Honorato questionou os critérios utilizados pelo PSD para definir a distribuição dos recursos eleitorais e apontou o que considera um tratamento privilegiado à candidatura de Joliane Fúria.
O caso ganha repercussão porque envolve diretamente uma candidata que é esposa de Adailton Fúria, nome do próprio PSD na disputa pelo Governo de Rondônia.
A distribuição do fundo eleitoral é uma das questões que mais impactam a estrutura das campanhas, já que os recursos podem ser utilizados para publicidade, produção de material, contratação de serviços e outras despesas eleitorais previstas na legislação.
Honorato, jornalista e conhecido comunicador de Rondônia, vinha disputando uma vaga na Câmara Federal pelo PSD. Com a renúncia, deixa a corrida eleitoral e expõe publicamente sua insatisfação com a condução financeira da campanha.
Até o momento, os questionamentos sobre os critérios adotados e sobre o compromisso mencionado por Honorato são baseados nas declarações do próprio candidato. Uma eventual manifestação do PSD ou de Joliane Fúria poderá esclarecer os critérios utilizados para a distribuição dos recursos.
O candidato a deputado federal Adilson Honorato apresentou, na tarde da ultima terça-feira, sua renúncia à candidatura à Câmara dos Deputados pelo PSD em Rondônia. A decisão foi acompanhada de críticas à forma como o partido distribuiu os recursos do fundo eleitoral entre os candidatos.
Honorato demonstrou insatisfação principalmente com o repasse de R$ 1,5 milhão para Joliane Fúria, esposa do candidato do PSD ao Governo de Rondônia, Adailton Fúria. Segundo os dados apresentados pelo próprio candidato, o valor corresponde a aproximadamente 10% de toda a verba enviada pelo partido para as campanhas no Estado.
Em contrapartida, Honorato afirma que recebeu apenas R$ 100 mil para sua campanha. Segundo o comunicador, o valor ficou muito abaixo do que havia sido tratado anteriormente com a direção partidária.
A diferença entre os recursos destinados às candidaturas provocou forte reação de Honorato, que decidiu retirar seu nome da disputa.
“Querem subestimar minha inteligência”, afirmou o candidato, demonstrando indignação com a situação.
A renúncia tira Honorato oficialmente da corrida por uma das vagas de Rondônia na Câmara dos Deputados. O episódio ocorre na reta final das eleições e coloca sob evidência a divisão de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) dentro do PSD.
Pelos valores mencionados por Honorato, a diferença é significativa: os R$ 1,5 milhão destinados a Joliane Fúria equivalem a 15 vezes os R$ 100 mil recebidos por ele.
O candidato afirma que existia um compromisso anterior sobre o montante que seria destinado à sua campanha, mas que esse entendimento não teria sido cumprido.
A insatisfação culminou na apresentação da carta de renúncia à candidatura.
Ao tornar pública sua decisão, Honorato questionou os critérios utilizados pelo PSD para definir a distribuição dos recursos eleitorais e apontou o que considera um tratamento privilegiado à candidatura de Joliane Fúria.
O caso ganha repercussão porque envolve diretamente uma candidata que é esposa de Adailton Fúria, nome do próprio PSD na disputa pelo Governo de Rondônia.
A distribuição do fundo eleitoral é uma das questões que mais impactam a estrutura das campanhas, já que os recursos podem ser utilizados para publicidade, produção de material, contratação de serviços e outras despesas eleitorais previstas na legislação.
Honorato, jornalista e conhecido comunicador de Rondônia, vinha disputando uma vaga na Câmara Federal pelo PSD. Com a renúncia, deixa a corrida eleitoral e expõe publicamente sua insatisfação com a condução financeira da campanha.
Até o momento, os questionamentos sobre os critérios adotados e sobre o compromisso mencionado por Honorato são baseados nas declarações do próprio candidato. Uma eventual manifestação do PSD ou de Joliane Fúria poderá esclarecer os critérios utilizados para a distribuição dos recursos.
Agência Rondônia
