APROVAÇÃO DA LEI DO MATERIAL ESCOLAR DE RONDÔNIA
Graças ao empenho da Fecomércio-RO e o Sindicato das Empresas de Papelarias do Estado de Rondônia (Simper-RO) obtiveram uma lei que vai beneficiar enormemente os estudantes do estado que, agora, poderão escolher livremente o tipo de material escolar que desejam com a nova legislação institui oficialmente o Programa Cartão Material Escolar (CME) no âmbito estadual, uma iniciativa transformadora voltada ao fornecimento de materiais escolares para estudantes da rede pública estadual de ensino. Por esta razão as entidades manifestaram publicamente seu reconhecimento e profundo agradecimento à Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (ALE/RO), em especial ao Deputado Alan Queiroz e o Presidente da Casa de Leis, Deputado Alex Redano, e a todos os parlamentares que votaram com visão e sensibilidade em favor de Rondônia pela aprovação da Lei nº 6.520, de 31 de agosto de 2026. Com a Lei nº 6.520/2026 se faz a destinação de auxílio financeiro por meio de cartão magnético, que garante aos pais e responsáveis a liberdade de adquirir os itens que desejarem diretamente em papelarias sediadas no estado de Rondônia devidamente credenciadas. Para o setor produtivo, a medida representa uma vitória histórica, pois as compras, antes centralizadas fora do estado, passam a ser feitas internamente fortalecendo as micro, pequenas e médias empresas do setor papeleiro, preservando postos de trabalho e gerando renda para a nossa economia e os municípios. Em nota o Presidente do Sistema Fecomércio Raniery Araújo e Presidente do Simper Augusto Pellucio destacaram que “Esta lei é fruto de diálogo, sensibilidade pública e compromisso com o desenvolvimento socioeconômico de Rondônia. O Programa Cartão Material Escolar promove dignidade aos nossos estudantes e suas famílias, ao mesmo tempo em que injeta recursos diretamente nas papelarias do nosso estado”.
SUSPENSÃO DE COMPRAS DA UNIÃO EUROPEIA ATINGE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
Ainda não se sabe o efeito, mas que vai ter, com certeza, vai a medida da União Europeia, que foi iniciada na semana passada de suspensão das compras de determinados produtos de origem animal provenientes do Brasil como carne bovina, carne de aves, ovos, mel, tripas e pescados destinados aos 27 países que integram o bloco europeu. As autoridades europeias alegam a falta de comprovação documental do cumprimento das regras comunitárias para utilização de antimicrobianos na produção animal. Na avaliação de Bruxelas, o Brasil não teria apresentado garantias suficientes para demonstrar que a cadeia produtiva destinada ao mercado europeu cumpre os padrões exigidos. A decisão mais do que comercial se situa no âmbito da exigência sanitária e regulatória que coloca sob escrutínio os mecanismos brasileiros de prescrição, utilização, rastreabilidade e controle de medicamentos veterinários, especialmente os relacionados ao combate à resistência antimicrobiana. O que se sabe é que a carne bovina, aí onde atinge Rondônia, é o produto mais afetado, pois, em 2025, o mercado europeu foi segundo maior importador de carne bovina, com mais de 92 mil toneladas e uma receita superior a 700 milhões de euros, cerca de R$ 4,29 bilhões. A relevância econômica do bloco é o grande problema, de vez que somente com carne bovina e aves as exportações brasileiras superam US$ 1,8 bilhão em receitas. Em termos técnicos, o desafio brasileiro será de demonstrar que existe uma cadeia confiável de controle desde a produção até a certificação do produto destinado ao mercado europeu. Em muitos casos isto leva tempo.
LANÇANDO MAIS BRASA NA FOGUEIRA
O relatório usado por Alexandre de Moraes contra o seu colega de trabalho fez mais do que afastar o dirigente da Polícia Federal na medida em que-ao incluir também Jorge Messias- puxou Lula para dentro da crise. No documento, o advogado-geral da União teria priorizado sua relação pessoal com Mendonça "em detrimento da redução dos riscos de exploração política" do caso que envolve Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ao deixar de recorrer de uma decisão do ministro contra o filho do presidente. E com um agravante: a recomendação para que Lula não reivindicasse para Messias a vaga no Supremo-reabrindo, portanto, a ferida de abril de 2026, quando o Senado rejeitou, pela primeira vez em 132 anos, uma indicação presidencial à Corte. Na prática o episódio dá munição à oposição, que já tratava o caso Master como sintoma de aparelhamento da PF pelo Planalto. Ao mostrar que o relatório também blindava o filho do presidente e tentava barrar a recondução de Messias, aparece uma prova documental para quem sustenta que a corporação foi usada como polícia política- não apenas contra Mendonça, mas a favor de interesses diretos do governo. Assim o surgimento de um documento dito apócrifo provindo da Polícia Federal acende ainda mais a fogueira que já está incendiando o STF. E o caso se tornou mais grave ainda na medida em que o ministro André Mendonça afirmou que Alexandre de Moraes teve conhecimento prévio da existência de relatórios de inteligência da Polícia Federal que monitoravam sistematicamente sua atuação.
A INFLAÇÃO É MENOR PARA OS BANQUEIROS
O Boletim Focus, no meio de toda esta situação, mostrou que o mercado financeiro crê na redução de 5,01% para 5% da estimativa para a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Por outro lado, apesar dos indícios de desaceleração da economia elevou de 1,92% para 1,93% a projeção para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), soma de tudo que se produz no país, para o final de 2026. Até que é compreensível a expectativa de maior crescimento do PIB, de vez que isto é esperado no último trimestre do ano, porém as revisões mostram também uma melhora marginal uma pequena redução da inflação esperada, que mesmo com o IPCA ainda permanecendo acima do teto da meta de inflação de 4,5%, parece uma visão otimista para a população que sente a “sensação” de que o fim de mês está custando mais a chegar e está sendo mais difícil de comprar o que compravam antes. Mas, banqueiro, de fato, sente menos a inflação.

