
E você que mais o que além de tudo isto? “O bom da gente ser pobre, triste, feio, doente e velho é que nada pior nos pode acontecer” (Millôr Fernandes).
BB SEGUROS TEM MAIS DE 18 MIL SEGURADOS EM RONDÔNIA
A BB Seguros e o Banco do Brasil realizaram, uma edição do Aproxima Agro em Porto Velho, na última quinta-feira, 15 de outubro num jantar, fechado para convidados, reuniu produtores rurais, parceiros e executivos das duas instituições para ampliar o relacionamento e a troca de experiências sobre os desafios da atividade agropecuária na região. Porto Velho possui
cerca de 2 mil produtores rurais clientes da BB Seguros e está entre os municípios identificados pela companhia como prioritários para ampliar a proteção no campo. A presença local integra uma atuação mais abrangente no estado, que responde por 2,24% da carteira nacional de Seguro Rural da seguradora. Nos últimos cinco anos, 9.689 produtores foram incorporados à base de clientes em Rondônia, que alcança18,5 mil produtores rurais. Em Rondônia, soja e milho safrinha concentram a demanda por seguro agrícola na carteira da companhia. A proteção, porém, também acompanha outras necessidades da atividade rural, como a preservação de máquinas, equipamentos e animais. O índice de renovação das apólices no estado é de cerca de 67%, evidenciando a continuidade da contratação entre os produtores atendidos.
DIFICULDADES DE DINHEIRO AFETAM 89% DOS BRASILEIROS ACENTUA MEUPATROCÍNIO
Uma pesquisa da Serasa, em parceria com o Instituto Opinion Box em agosto de 2026, aponta que 89% dos entrevistados já tiveram a saúde mental afetada por problemas financeiros. O que mostra como a instabilidade econômica pode ultrapassar o orçamento doméstico e alcançar outras dimensões da vida, incluindo a esfera afetiva. Também ficou claro que a preocupação com o futuro, os diferentes padrões de consumo e as expectativas sobre o estilo de vida podem gerar conflitos entre parceiros, especialmente quando há desequilíbrio entre as condições financeiras de cada um ou dificuldade para falar abertamente sobre o assunto. Para Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e relacionamentos do MeuPatrocínio, a falta de dinheiro causa frustrações que, na maioria dos casos, impactam os relacionamentos. “A liberdade financeira proporciona menos estresse, mais conforto e, consequentemente, melhora a qualidade de vida. Dinheiro pode até não comprar felicidade, mas a falta dele com certeza traz aborrecimento”.
O PÃO NOSSO DE CADA DIA
É da a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP) o dado de que todos os dias aproximadamente 47,5 milhões de brasileiros entram em uma padaria, ou seja, mais de um em cada cinco habitantes. Um hábito sustentado por uma das cadeias mais capilares da economia com mais 332 mil empresas ativas, das grandes indústrias de panificação às padarias de bairro, passando por supermercados, restaurantes e operações de food service. Em 2025, o setor panificação e confeitaria faturou R$ 164,12 bilhões, uma alta de 6,8% sobre o ano anterior e o equivalente a 1,29% do PIB-Produto Interno Bruto, segundo o Instituto de Desenvolvimento das Empresas de Alimentação (Ideal). O setor atravessa um período de transformação. Em 2025, o fluxo de clientes nas padarias avançou 1,27%, enquanto o tíquete médio cresceu 5,46%, chegando a R$ 36,61 por visita. Em 2026, até maio, o faturamento cresceu 3,24%, ante 9,35% no mesmo período do ano anterior. Os números apontam para um mercado que cresce mais em valor do que em volume e para um consumidor mais criterioso, enquanto produtores enfrentam o desafio de combinar qualidade, regularidade, eficiência e mão de obra qualificada. O Dia Mundial do Pão foi celebrado no último dia 16 de outubro. Para Danilo Nogueira, Diretor Geral da AB Mauri Brasil, “O pão atravessa classes sociais, regiões e diferentes ocasiões de consumo, o que faz da panificação um importante termômetro do comportamento do brasileiro. Quando o consumidor muda, essa transformação percorre toda a cadeia, chegando à indústria, ao food service, às padarias e também a quem desenvolve ingredientes, processos e tecnologias para esse mercado”.
ELÉTRICOS ALCANÇAM A MARCA DE 1 MILHÃO DE VEÍCULOS EMPLACADOS
A Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) divulgou que, em setembro de 2026, o país atingiu a marca de um milhão de veículos eletrificados, a partir dos emplacamentos desde 2012. Assim, com este tipo de automóveis ocupando mais espaço, crescem as necessidades relacionadas ao seu uso, como é o caso da recarga. Diferente da rapidez do posto de gasolina, motoristas de eletrificados ainda encontram dificuldade na busca por espaços para carga. Os eletropostos possuem baixa oferta se comparados à crescente demanda, além de ser comum ficarem em locais distantes entre si. Isto, ao mesmo tempo, que limita as opções do condutor, nos seus deslocamentos, abre oportunidades para locais como centros de conveniência e shoppings, promoverem uma virada de chave em seus negócios ao transformar a necessidade de uma infraestrutura de recarga de eletrificados em atração, com o que não só geram rentabilidade, mas também agregam valor à jornada do consumidor, oferecendo espaços inteligentes para quem os usa. E uma pesquisa da McKinsey sobre a redefinição do conceito de conveniência atesta que mais de 90% dos consumidores afirmam que a conveniência da localização em relação à rotina é um fator fundamental na escolha de onde fazer compras. Porém, para as gerações mais jovens, a conveniência tem menos a ver com proximidade e mais com multifuncionalidade.
