RECUPERAÇÃO DOS TRILHOS DA EFMM
A Prefeitura de Porto Velho já começou os trabalhos de limpeza e recuperação dos trilhos que ligam a Igreja de Santo Antônio ao Casarão dos Ingleses. O imóvel, construído no início do século XX, também passa por reforma. A previsão é que os dois espaços façam parte das comemorações pelos 112 anos do município, em outubro. Os trilhos e o casarão fazem parte da história da ocupação da região e permaneceram por anos sem uso. Segundo a administração municipal, o projeto busca incorporar os locais às atividades de turismo e lazer. O secretário municipal de Turismo, Esporte e Lazer, Aleks Palitot, afirmou que “Precisamos nos lembrar do passado para poder apreciar o presente. Hoje vemos o quanto resgatar esses locais são tão necessários, ainda mais em uma data comemorativa da cidade. Isso representa muito e valoriza os nossos destemidos pioneiros”. A recuperação dos espaços faz parte das ações previstas para o aniversário de Porto Velho
IFPA LANÇA CAMPANHA PARA VENDER MAIS TOMATE EM RONDÔNIA
A International Fresh Produce Association (IFPA), entidade global que representa setor de produtos frescos, coloca o tomate no centro de uma campanha nacional de sazonalidade com um objetivo direto: ajudar o varejo a vender mais. Um dos alimentos mais presentes na mesa dos brasileiros, o tomate reúne atributos importantes para o varejo: alta frequência de compra, versatilidade e facilidade de inserção em diferentes refeições e receitas. A campanha da IFPA busca explorar este potencial, aproximando o produto do consumidor e incentivando a compra a partir de informações, receitas e sugestões de uso. Assim, em Rondônia, durante o mês de setembro, supermercados, hortifrutis e demais pontos de venda poderão usar gratuitamente materiais de comunicação desenvolvidos pela entidade para aumentar a visibilidade do produto, estimular novas ocasiões de consumo e transformar a sazonalidade em oportunidade comercial. A estratégia inclui imagens promocionais, informações nutricionais, receitas práticas, folhetos, conteúdos para redes sociais e e-books temáticos. A proposta é oferecer ao varejista ferramentas prontas para criar pontos de destaque nas lojas e ampliar a comunicação com o consumidor, indo além da simples exposição do produto. Segundo Valeska Cire, gestora da IFPA no Brasil, “A sazonalidade é uma oportunidade para o varejo trabalhar o tomate de forma mais estratégica, criando novas ocasiões de consumo e estimulando o giro do produto. Quando o consumidor recebe ideias de preparo, informação e inspiração no ponto de venda e nos canais digitais, aumentam as possibilidades de transformar interesse em compra”. O material gratuito para o varejo está disponível para download – https://bit.ly/IFPATomate2026.
A REFORMA TRIBUTÁRIA JÁ ESTÁ EM ANDAMENTO
É preciso que as empresas tenham consciência de se, para muitos executivos e gestores, 2026 virou um “ano de passagem”, um período qual se pode postergar os movimentos para à adequação da Reforma Tributária em geral porque as multas só chegam mesmo em 2027 e a transição do sistema será gradual. Mas isto parece ser um grande erro ao ignorar que a transição a partir do momento em que o preenchimento dos campos destinados ao IBS e à CBS se tornou obrigatório nas notas fiscais eletrônicas desde 3 de agosto de 2026 para as empresas do regime normal, janeiro de 2027 para o Simples e o MEI, de modo que a reforma começa a penetrar no dia a dia operacional das empresas. A verdade é que se começou a testar em tempo real a infraestrutura tecnológica que vai sustentar toda a economia brasileira nos próximos anos. Por isto, a transição real começa no dia em que os dados da nota começam a fazer diferença para os sistemas automatizados do fisco. O que vê, agora, é que o sistema definitivo roda sem dinheiro em cima. Os prazos de teste e tolerâncias iniciais para adaptação de obrigações acessórias acabaram sendo modificados ao longo do ano, postergados para os últimos meses de 2026, o que também afeta a percepção das empresas sobre a confiabilidade dos sistemas, mas não refresca em termos de precisar que as empresas se organizem o mais rápido possível.
MERCADO DE VIAGENS CORPORATIVAS CRESCE 5% EM 2026
Segundo divulgado em 2026, o mercado brasileiro de viagens corporativas deve movimentar R$ 205,6 bilhões, um crescimento de cerca de 5% em relação ao ano anterior, segundo levantamento de Viagens Corporativas (LVC), realizado pela Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV) em parceria com a Fecomercio-SP. É um volume que ajuda a dimensionar uma atividade que está diretamente relacionada ao funcionamento das empresas, à geração de negócios e à circulação de profissionais pelo país. Quando um executivo visita um cliente, uma equipe técnica se desloca para acompanhar uma operação, profissionais participam de uma feira ou uma companhia reúne seus colaboradores, existe uma cadeia de serviços mobilizada para tornar este deslocamento possível. Aviação, hotelaria, transporte terrestre, tecnologia, meios de pagamento, alimentação, eventos, agências e uma série de fornecedores fazem parte dessa engrenagem. Mas, o impacto das viagens corporativas não termina no consumo desses serviços. Elas existem, sobretudo, porque empresas precisam encontrar clientes, negociar, capacitar equipes, visitar unidades, participar de eventos, desenvolver mercados e manter suas operações em movimento. Nota com material de Joyce Macieri, presidente da Alagev.

