Ele já sabia que é indispensável tirar o dinheiro do governo. "Não creio que voltaremos a ter um bom dinheiro antes de tirarmos a coisa das mãos do governo. [...] Não podemos tirá-lo violentamente; tudo o que podemos fazer é, por meio de algum caminho indireto e astuto, introduzir algo que eles não consigam parar" (Friedrich Hayek).
SEMANA COMEÇA COM FERIADO DE 7 DE SETEMBRO
Segunda-feira (07), no dia da Independência, as agências bancárias não abrirão para atendimento ao público. Também não haverá compensação bancária, o que inclui operações via TED (Transferência Eletrônica Disponível). O Pix, porém, funciona normalmente durante o feriado. O fato é que com a data sendo feriado o comércio, os bancos, agências do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) não terão atendimento presencial sendo os serviços retomados somente na terça-feira (8). Com isto boletos de cobrança e contas de consumo, como água, energia e telefone, que vencerem na segunda poderão ser pagos sem acréscimo no próximo dia útil. No caso de tributos e impostos com vencimento no período sem compensação bancária, a orientação da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) é antecipar o pagamento para evitar juros e multa. Os canais digitais dos bancos continuarão disponíveis durante o feriado, assim como outros serviços de atendimento remoto, conforme as opções oferecidas por cada instituição.
OS PEQUENOS NEGÓCIOS ESTÃO SOFRENDO COM A VIOLÊNCIA, ALUGUÉIS E CUSTOS
Enquanto o governo federal fica apresentando dados que não correspondem a realidade, os comerciantes de Porto Velho, entre outros, se mobilizam contra a violência que, audaciosa, agora, assalta as lojas no período noturno. Mas, não param por aí as vicissitudes de muitos negócios, que estão fechando com o aumento dos aluguéis muito elevados para as empresas. Isto é muito visível em especial no centro da cidade com o fechamento acelerado dos pequenos negócios. É só dar uma passeada pelo centro histórico de Porto Velho, em volta das avenidas 7 de setembro e Carlos Gomes para ver a quantidade de imóveis fechados com placas de aluga-se. Mas, se afastando um pouco em avenidas como a Calama também pululam as portas fechadas. Somente as grandes redes de supermercados e farmácias abrem novos pontos. Os pequenos comerciantes, porém estão deixando a cidade e, pelas conversas, também o estado. Alegam que as dificuldades estão ficando muito maiores com o pedágio da BR-364, aluguel e a perspectiva de mais aumento de impostos com a Reforma Tributária.
DIA DA AMAZÔNIA
Pois é o dia 05 de setembro é o Dia da Amazônia. Uma data criada, em 2007, para lembrar a importância do maior bioma de biodiversidade do planeta, presente em nove países da América do Sul, com mais da metade de sua área em território brasileiro. Segundo consta a Floresta Amazônica é essencial para o equilíbrio climático, funcionando como reservatório natural de carbono. Também se ressalta que abriga comunidades tradicionais e povos indígenas. Dizem que a data busca chamar a atenção para a necessidade de preservação diante das ameaças do desmatamento e das queimadas, mas, parece, pelo o que se observa, que nem na data existe esta atenção. A grande realidade é que a defesa da Amazônia tem sido ótima para discursos, fazer eventos e trabalhos científicos, porém quem vive na região sabe o que sofre para sobreviver. E o que vem de cima nem tem sido lá muito em favor da região caso recente, em Rondônia, da concessão da BR-364.
NORTE TEM A MAIOR INADIMPLÊNCIA DO PAÍS
Segundo os dados do Índice de Inadimplência do Meu Crediário pela primeira vez a Região Norte ultrapassou o Sudeste registrando o maior índice de inadimplência do varejo entre as cinco regiões brasileiras. Em agosto, o indicador chegou a 10,78%, enquanto o Sudeste ficou em 10,70%. A mudança representa uma inversão com relação ao início do ano. Em janeiro, o Norte tinha índice de 8,81%, 1,51 ponto percentual abaixo do Sudeste, que registrava 10,32%. Ao longo dos meses, porém, a inadimplência avançou na região: passou por 9,01% em fevereiro, 9,28% em março, 9,69% em abril, 9,61% em maio, 9,83% em junho e 10,04% em julho, antes de chegar aos 10,78% de agosto. O resultado de agosto também chama atenção na comparação com o mesmo período do ano passado. Em agosto de 2025, o Norte registrava 9,14%, o que significa uma alta de 1,64 ponto percentual em 12 meses. No mesmo intervalo, o índice nacional passou de 8,45% para 8,81%, avanço de 0,36%. A trajetória do Norte contrasta com a do Sudeste nos últimos meses. Enquanto o índice nortista subiu 0,74% entre julho e agosto, o Sudeste recuou de 10,86% para 10,70%. As demais regiões ficaram abaixo dos dois líderes: Nordeste, com 8,39%; Centro-Oeste, com 8,16%; e Sul, com 7,41%. Nota com dados de Alcindo Batista da searchonedigital.com.br.
O AUMENTO MÍNIMO DO SALÁRIO MÍNIMO
A estimativa de que o aumento do salário mínimo em 2027, para R$ 1.741,00 vai injetar R$ 82 bilhões na economia parece ser bom, mas, de fato, não refresca muito a vida dos trabalhadores na medida em que grande parte deste valor representa somente correção da inflação. Segundo o próprio governo o aumento real será de 2,4%, porém a inflação medida pelo IBGE é tida como fictícia basta ver o fenômeno de reduflação acelerado-diminuição do tamanho e do peso dos produtos. Enquanto é mísero com os trabalhadores o governo, nos últimos 12 meses até junho de 2026, pagou de juros R$ 1,1 trilhão, em média, R$ 91,6 bilhões por mês. Portanto, considerando que só R$ 30 bilhões são de aumento real, paga todo mês três vezes o que dá de aumento a todos os trabalhadores. Recebem o mínimo 60 milhões de brasileiros entre ativos e aposentados. E o governo se diz dos trabalhadores e preocupado com a melhoria da população.

